Ostara, Easter, Páscoa – Porque coelhos e ovos de chocolate? Confira origem da tradição e ainda seleção de nossas 7 melhores receitas com chocolate para sua Páscoa!

Ostara

Imagem: Site Santuário Lunar

Ostara, Easter, Páscoa. O termo “Páscoa”, vem de “Ostara”, deusa escandinava da primavera – estação do ano que no hemisfério norte se inicia próxima à celebração da Páscoa. Antes mesmo do cristianismo, o dia de Ostara era a celebração do primeiro dia de primavera, do fim do inverno e retorno do sol, do florescimento e renascimento da natureza – o cristianismo uniu essa simbologia de “renascimento da natureza” a ressurreição de Jesus, fato hoje que universalmente simboliza a páscoa. Na antiguidade, o povo anglo-saxão pintava ovos e os oferecia a Ostara, sendo que o ovo sempre simbolizou vida, nascimento, assim como o coelho também era relacionado a Ostara, simbolizando fertilidade e fecundidade na natureza. Daí vem a origem dos ovos e do coelho da páscoa, que eram muito antes os “ovos e coelhos de Ostara”. A criatividade humana tornou os ovos de Ostara em ovos de chocolate, criando uma intima relação desse ingrediente com toda a simbologia que envolve a Páscoa, os ovos, o coelho, a primavera e o renascimento. Por isso Páscoa tem tom de chocolate (do qual os ovos de Ostara deliciosamente acabaram sendo feitos) – a gastronomia tem sempre símbolos e marcas que contam a história da humanidade. Isso é sempre emocionante.

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Para celebrar toda a simbologia da Páscoa com, claro, chocolate, fiz uma seleção de nossas melhores receitas que envolvem chocolate! Chocolate também é renascimento, é símbolo, e é maravilhoso… Veja abaixo seleção com todo amor do mundo:

Para acessar as receitas basta clicar no link!

Receita de Ovo de Páscoa de Colher sabor Oreo

Receita da tradicional Mousse de Chocolate Francesa

Bolo Lava de Chocolate (Moelleux au Chocolat)

Receita de Brigadeiro Gourmet

Receita de Cookies Double Chocolate

Torta Mousse de Chocolate

Receita do original Ganache de Chocolate

Ostara winter

Ostara – Lavando o adormecimento da terra durante o inverno e trazendo o florescimento e renascimento da natureza.

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Como fazer Barbecue Ribs – Costela de porco temperada com dry rub e com molho barbecue artesanal. Faça você mesmo todo o processo: O molho, o tempero e a costela.

Barbecue (churrasco, em inglês) é uma palavra de origem americana, vem do termo “barbacoa”, expressão usada pelos nativos de Iucatã para dar nome a carne assada em brasas dentro de um buraco no chão. Os franceses afirmam que a origem do termo é deles, e que vem de “barbe à queue”, que significa uma rês assada inteira no espeto – “da barba à cauda”. O molho barbecue é tradicional nos Estados Unidos, surgiu no sul do país e é consumido com carne assada, principalmente a de porco. Delicioso, com tom agridoce, amadeirado e ácido ao mesmo tempo, ele se incorpora de forma mágica ao sabor defumado da carne.

Vou ensinar vocês à fazer o molho barbecue artesanal, o dry rub (tradicional tempero americano para churrasco) e a famosa Barbecue Ribs – costela de porco assada nadando em muito molho barbecue. Fazer uma carne com elementos que engrandecem seu sabor é uma linda forma de respeitar o animal que morreu para que tal experiência fosse possível. O porco é um animal muito generoso, nos dá muita coisa, merece respeito. Vem aprender a fazer,com suas mãos, essa história toda.

Primeiro  preparo: como fazer o molho barbecue:

Ingredientes para o molho barbecue:

  • 1 cebola média ralada
  • 1 dente de alho ralado
  • 4 colheres de sopa de açúcar mascavo
  • 2 colheres de sopa de azeite
  • 2 colheres de sopa de vinagre branco
  • 2 colheres e meia de sopa de molho inglês
  • 1 colher de chá de mostarda (eu gosto de usar a dijon, mas pode ser qualquer uma)
  • 300 ml de catchup (um bom, de preferência artesanal)
  • 3 folhas de louro (as frescas são muito mais interessantes)
  • 1 ou 2 pitadas de sal, à gosto
  • Um pouco de pimenta-do-reino, à gosto
  • 1 pitada de chilli em pó

Modo de preparo do molho barbecue:

Aqueça uma panela, quando ela estiver quente coloque o azeite, e em seguida a cebola, com uma pitadinha de sal. Espere um instante e coloque a folha de louro e o alho. Doure uns instantes e então coloque o açúcar, quando ele estiver todo derretido acrescente todos os outros ingredientes, acerte o sal e deixe cozinhar em fogo alto por uns 12/14 minutos. Quando desligar o fogo, tire as folhas de louro. Pronto para uso.

Segundo preparo: como fazer o dry rub, o tempero para a costela:

(as quantidades são para fazer uma mistura de tempero que dará para fazer umas 2 ou 3 costelas, você pode fazer metade da receita se quiser apenas para 1, ou guardar o que sobrar em um pote, dura muito):

Ingredientes para o dry rub:

  • Meia xícara de chá de açúcar branco
  • Meia xícara de chá de açúcar mascavo
  • 1 colher rasa de sopa de páprica picante
  • 1 colher rasa de sopa de páprica doce
  • 1 colher e meia de sopa de sal
  • Meia colher de chá rasa de pimenta chilli em pó
  • 1 colher de sopa de alho em pó
  • Meia colher de sopa de cebola em pó
  • 1 colher de chá de cominho em pó

Modo de preparo do dry rub:

Misture todos os ingredientes. Apenas isso. O que não for usar mantenha em um pote fechado em local fresco.

Finalmente, terceiro preparo: como fazer a Barbecue Ribs (Costela de porco com molho barbecue):

Ingredientes para a Barbecue Ribs:

  • 1 costela de porco inteira, limpa e não muito gorda.
  • 11 colheres de sopa de dry rub
  • 25 ml de coca-cola
  • 2 colheres de sopa de molho barbecue para uso no tempero e mais uma quantidade suficiente para as pinceladas durante o cozimento.

Modo de preparo da Barbecue Ribs:

Pré-aqueça seu forno à 190 graus. Coloque em uma tigelinha as 11 colheres de sopa do dry rub e molhe com a coca-cola e com as 2 colheres de sopa do molho barbecue. Misture tudo muito bem.

Abra dentro de uma forma uma folha grande de papel alumínio (de um tamanho suficiente para embrulhar a costela inteira) e coloque sobre ela a costela, então besunte ela toda com o dry rub que acabou de molhar, espalhando ele por toda a costela, dos dois lados. Deixe o lado que tem mais gordura na costela virado para cima, faça algumas espetadas na costela com a faca para ajudar na absorção do tempero. Feche a costela com o papel alumínio, de uma forma ajeitada para ser fácil desembrulhar depois. Leve então ao forno pré-aquecido por mais ou menos 1 hora (depende do tamanho da costela, 1 hora para cada kg).

Após esse primeiro tempo, retire a costela do forno e abra o papel alumínio sem rasgar ele todo (você vai embrulhar de novo). Pincele ela por cima com uma quantidade generosa do molho barbecue que você preparou, cubra de novo com o papel alumínio e leve de novo ao forno por mais 20 minutos. Após isso repita mais uma vez o mesmo processo: Retire do fogo, pincele, cubra com o papel alumínio (sem pressionar muito ele sobre a carne para não tirar todo o molho) e deixe por mais 15 minutos no forno. Após essa última etapa está pronta. Na hora de servir coloque mais molho barbecue à gosto. Fica deliciosa com batatas fritas ou assadas, milho verde fresco assado ou cozido, enfim, seja feliz comendo.

Receita da Clássica Tarte Tatin – Como surgiu e como fazer!

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Muita coisa fascinante na gastronomia surgiu de um erro, também foi assim a famosa e clássica sobremesa francesa Tarte Tatin. No final do século XIX, as irmãs Caroline e Sthéphanie Tatin eram donas do Hotel Tatin, que tinha um restaurante comandado pelas duas. O hotel fica (sim, ele existe até hoje) na região central da França, em Sologne, e lá a torta de maçã sempre foi uma especialidade da região. Certo dia no restaurante um cliente importante e apressado pediu uma torta de maçã, e na correria do preparo Stéphanie inverteu a montagem da torta, colocando primeiro o recheio no fundo da forma, não tendo tempo de corrigir o erro colocou a massa por cima do recheio, assou e depois desenformou a torta virando. A torta virada ficou linda, perfeitamente caramelizada e macia – nasceu uma estrela que brilha até hoje. Os erros inauguram coisas, enquanto os acertos ás vezes só mantém padrões – os convido a errar na cozinha, apreciar o erro e extrair muito dele. Veja receita da clássica Tarte Tatin abaixo e bon appétit!

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Hotel Tatin, Sologne, França.

Ingredientes (para 7 à 8 pessoas):

  • De 5 à 6 maçãs verdes
  • 400g de massa folhada
  • Caldo de meio limão-taiti
  • 1 xícara de chá de açúcar
  • 4 colheres de sopa de manteiga (60g)
  • 1 forma redonda de aproximadamente 26cm de diâmetro (eu uso forma antiaderente, mas normal também funciona), ou uma frigideira/panela rasa que possa ir ao forno.
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As maças verdes nesse tom mais amareladinho são as ideais!

Modo de preparo:

Descasque as maçãs, corte-as em 4 partes, tire as sementes e então coloque os pedaços em um recipiente. Acrescente o caldo do limão, misture para espalhar o caldo e reserve.

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Se você for usar massa folhada congelada, tire do congelador 2 horas antes de usar. Se for usar já descongelada, tire da geladeira na mesma hora. Pegue a massa folhada e abra do tamanho da forma que for usar (use a forma para ver a medida), se você comprar aquelas massas folhadas que vem em folhas quadradas pequenas separadas, não tem problema, junte uma na outra pressionando as bordas para emendar, e dará certo também! Reserve a massa pronta para cobrir a torta e vá fazer o caramelo! Coloque a forma (ou panela) que irá assar a torta em fogo médio (no fogão mesmo) e acrescente a manteiga e o açúcar. Deixe derreter, mexa um pouquinho, e quando começar a escurecer é hora de colocar as maçãs.

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Quando estiver nesse tom é hora de colocar as maças.

Acrescente as maçãs fazendo um formato de coroa, até completar todos os espaços vagos da forma, não pode deixar folgas, tem que ficar assim ó:

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Cozinhe por 5 minutos após colocar as maçãs. Enquanto cozinha pré-aqueça o forno a 180 graus. Após isso desligue o fogo e coloque a massa folhada por cima da forma, cobrindo as maças. Pressione as extremidades, empurrando o excesso de massa das bordas para dentro, ajeite a massa com os dedos para que fique bem junta das maças.

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Leve ao forno pré-aquecido e asse por 40 minutos, até a massa ficar dourada.

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Retire do forno e deixe descansar por 5 minutos. Antes de desenformar incline a forma para verificar se há muita calda, se tiver escorra ela em uma tigela antes de desenformar. Para desenformar coloque um prato ou outro recipiente sobre a forma, segure a parte da forma com um pano de prato para não se queimar, e vire de uma vez só! Ela sai linda e emocionante, fica que nem na primeira foto desse post.

Sirva a seguir, ela é maravilhosa quente! Acompanha muito bem sorvete de creme e folhinhas de hortelã.

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Bon appétit!

 

Conhecendo o ingrediente para o respeitar melhor – O Arroz.

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Temos perdido total contato com o alimento, esquecemos como o que comemos chega até nós. Nos alienamos de tudo que nos nutre – acredito em uma experiência gastronômica plena que conecte a pessoa ao alimento de forma ampla. Para respeitar a natureza do ingrediente e apreciar a magnitude do prato intensamente é preciso conhecer o que se come. Inauguro hoje uma categoria no blog intitulada “Conhecendo o Ingrediente”, que buscará promover uma ponte entre nós e o que comemos – um retorno a natureza que também somos parte.

Para começar, vamos falar do mundialmente famoso “arroz”. – O que é esse grão branco que ocupa seu prato todos os dias? De onde ele vem, qual sua história e como a natureza o forma?

Arroz, do árabe “ar-ruz”. É uma planta da família das gramíneas, os primórdios de seu cultivo tem sua origem na região do vale do Rio Yangtzé, na China, e datam para mais de 7.000 anos. Plantado comumente no outono ou na primavera, exige solo sempre muito úmido e área exclusiva – sem ervas daninhas por perto – pois precisa de todos os nutrientes da terra para adequado desenvolvimento.

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Plantação de arroz na Tailândia.

Hoje o arroz representa o alimento de destaque de mais da metade da população do mundo – é símbolo forte da gastronomia asiática, e como sabemos, ilustre protagonista dos hábitos alimentares dos brasileiros. Há uma enorme variedade de arroz, os mais comuns e usados são os seguintes:

Arroz branco
O nosso famoso! Disponível nos tamanhos curto, médio e longo. O parborizado passa por menos processos de refinamento do que o branco e, por isso, é considerado mais saudável e preserva melhor os nutrientes.

Arroz basmati
Cultivado na Índia e no Paquistão, é um grão longo e muito aromático (seu nome significa “cheiroso” em sânscrito). Pode ser encontrado integral ou branco. Vai bem com pratos indianos, curry e frituras.

Arroz vermelho
O arroz vermelho é um grão integral que só teve sua casca removida, então guarda ainda muitos nutrientes. Existe dois tipos: o grão longo (da Tailândia) e o cultivado no Butão, que é médio. Leva cerca de 20 minutos para ser cozido e precisa escorrer antes de ser servido.

Arroz integral
Este tipo não teve a casca retirada, deixando seu interior intacto. Tem um alto valor nutricional e aparecem em vários tipos, pois todos os grãos foram integrais em algum momento. Pode ser usado nas mesmas receitas do arroz branco.

Arroz jasmine
Originário da Tailândia, é conhecido também como Hom Mali. Deve ser lavado antes de cozinhar e precisa de menos água do que o arroz branco comum (cerca de 1 xícara de arroz para 1 ou 2 de água). Combina com grelhados e refogados.

Arroz preto
É conhecido também como “arroz proibido”, pois era o preferido dos imperadores da China. A cor é causada pelo alto nível de antocianina contido nele. É um arroz integral com muitos nutrientes e que pode ser encontrado na versão curta (chinesa) e longa (tailandesa). Ele é perfeito para pratos doces, como o arroz doce.

Arroz arbóreo
Exclusivo para os risotos, prato típico de Veneza, esse tipo de arroz tem os grãos curtos para que sua textura fique cremosa depois de cozido. Ele também funciona para fazer arroz doce.

Arroz para sushi
Existe vários tipos de arroz usados no preparo do sushi. As principais são o Koshihikari, Sasanishiki e Hatsunishiki, todos grãos curtos. Para preparar, ele deve ser cozido no vapor e depois combinado com uma mistura de açúcar, sal e vinagre de arroz.

Arroz selvagem
Na verdade, esse grão é uma semente de gramínea nativa da América do Norte. Rico em proteínas, fibras e aminoácidos, o grão é comercializado sem a casca. Embora demore cerca de 50 minutos para cozinhar, pode substituir o arroz branco em grande parte dos pratos.

Encontrei em 2 sites informações muito legais sobre o cultivo do arroz, mostrando como a natureza constrói o ingrediente, segue links:

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Para construir esse post extraí algumas informações da seguinte fonte:

Terra – Categoria Gastronomia

 

 

Para temperar com a Bahia – Dica de tempero à base de alho e semente de coentro!

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Minha mãe é baiana, e os traços da cozinha nordestina compõe muita coisa que faço e estão no modo como me relaciono com os ingredientes. Falo muito aqui sobre culinária francesa (uma paixão), mas também cozinho muito com a proximidade da minha origem – que é de onde tiramos originalidade para cozinhar com alma, com nossos hábitos familiares e culturais – cozinhamos para contar nossa história, e esse tempero conta um pouco da minha – tem o gosto da minha infância, da comida de mainha, do aroma que quando eu tinha uns 7 anos já me fazia questionar: “qual magia é essa que tem esse cheiro?”. Esse tempero é simples, leva elementos fortíssimos da culinária nordestina, e podem compor muitos pratos (uso no arroz, em carnes, refogas, legumes, grelhados, feijão, etc). Você pode fazer em grande quantidade e deixar armazenado na geladeira. Um tempero marcante, que protagoniza. Aprenda como fazer, e deixa, junto com essa receita, eu te transmitir um pouco da minha história e origem.

Ingredientes:

Para fazer uma quantidade pequena, que encha mais ou menos um potinho de geleia (se quiser uma quantidade maior dobre a receita).

  • Aproximadamente 3 de cabeças de alho (das médias).
  • Azeite de oliva extra-virgem ou óleo de girassol (eu gosto mais de azeite) – o suficiente (você entenderá abaixo como calcular a quantidade.
  • 3 colheres de sopa de sementes verdes de coentro (as secas não servem)
  • Aproximadamente 1 colher de chá de cominho em pó
  • Sal à gosto

Modo de preparo:

Descasque o alho. Coloque o alho, o cominho e as sementes de coentro em um liquidificador e acrescente uma quantidade de azeite que não chegue a cobrir completamente o alho no recipiente, então bata por alguns instantes (até triturar completamente), verifique se a consistência ficou parecida com um purê cremoso, se ficou ainda muito sólido e pouco pastoso acrescente mais um pouco de azeite e bata mais um pouco, se ficar muito liquido acrescente mais dentes de alho e sementes de coentro, faça esse processo até atingir a consistência de uma pasta rústica.

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Tempero na consistência após acrescentar o sal.

Após atingir o ponto, coloque a mistura em um recipiente e acrescente sal – a quantidade é a gosto, coloque o tanto que bastar para atingir um teor que lhe agrade. Eu coloco bastante, pois quando faço uma receita que o uso ele que a tempera, não coloco sal a parte.

Prontinho! Esse tempero é bem versátil, você pode usar em muitos pratos (até hoje só utilizei em pratos quentes). Ele é um tempero forte, marcante, não é tão suave mas não é tão agressivo, é presente. Perfeito para carnes, farofas e arroz. Conserve na geladeira em um pote bem fechado (já conservei por 1 mês e duas semanas e continuou com a mesma qualidade, acho que dura até mais que isso).

Aproveite! Gratidão por partilhar fragmentos de memórias com vocês.

Bom apetite!