O que é plantar a sua comida? 

O alface crescendo na minha horta, no quintal de casa, que observo todo dia da janela do meu quarto. Poucas coisas são tão valiosas quanto ver seu alimento crescer, em uma terra honesta, limpa, que produz um alimento honesto, real e limpo. A terra da minha horta é simbólica, ela é cuidada e tem a marca de muitas mãos generosas e carinhosas – não cuido dela sozinho. Nessa terra está escrito o conhecimento e afeto que minha família tem por terra e mato, está nela nosso apego à natureza que pra gente é uma espécie de oração. Acreditamos no poder e amor infinido que vem da terra, acreditamos muito. A horta do meu quintal produz alimentos que compartilhamos, com familiares e vizinhos, não nos custa compartilhar e o coletivo é sempre gratificante e belo. Já pensou em ver sua comida crescer e acompanhar a engenhosidade emocionante da natureza no seu quintal? Ou já pensou em comprar comida com esse selo de qualidade (limpa, de terra e mãos honestas e amorosas)? Já pensou em fazer com seus vizinhos uma horta coletiva num cantinho qualquer? O que chamamos de alimento orgânico tem uma história muito importante e linda por trás. O que seu corpo recebe, o que vai para a mesa da sua família, os hábitos sociais e comunitários que você pode construir através da comida – muito está a seu alcance fazer e transformar. Repense, reescolha, produza diversas marcas boas enquanto se alimenta. Plantar o meu alface me traz uma refeição linda, viva e saudável, mas também me traz emoções bonitas, contatos com a natureza (e um maior respeito à ela), me traz a chance de compartilhar, me traz iluminação, me traz o Deus que acredito e vejo no natural do mundo (na terra…), me traz uma lição sobre o tempo das coisas e me faz pensar no que compõe minhas escolhas. Comer é um ato social e  psicológico, há muito dentro disso. Pensem. Sou tão grato ao pé de alface que cresce na terra do meu quintal e ajuda a crescer em mim hábitos bons, vivos, plenos. A fertilidade do bom. Da terra pra dentro de mim, de dentro de mim para os outros. Todos nós. Plante alguma coisa para comer alguma vez na vida.

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Receita de Bolo Funcional de Banana!

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Meu bolo de banana é happiness! Carinha simples que ninguém dá nada, mas é um dos meus bolos prediletos! Bolo bom – simples, nutritivo, que alimenta, que une coisas que combinam e se complementam, que constroem uma experiência plena – porque tem sabor e é funcional. Porque tem afeto. Vamos a receita!

Ingredientes:

  • 2 xícaras de chá de farinhas (Eu uso 1 de farinha de arroz e outra de farinha de trigo integral, use as que quiser)
  • 5 colheres de sopa de açúcar mascavo
  • 3 colheres rasas de sopa de açúcar cristal orgânico (use o branco se preferir)
  • 1 xícara de chá de leite (eu uso zero lactose)
  • 3 bananas nanicas maduras amassadas
  • 3 ovos inteiros (de galinhas felizes é melhor)
  • 3 colheres de sopa de chia
  • 3 colheres de sopa de aveia (em flocos finos)
  • 1 colher de sopa de semente de linhaça
  • Meia xícara de chá de uvas passas sem sementes
  • 10 amêndoas picadas em pedacinhos pequenos
  • 2 colheres de sopa de quinoa
  • 1 colher de sopa de essência de baunilha
  • 3 colheres de sopa de óleo (eu uso de girassol)
  • 1 colher de chá cheia de fermento em pó
  • 1 pitada de canela

Modo de preparo:

Bata os ovos com um fouet, não muito, apenas para misturar. Acrescente todos os outros ingredientes líquidos (e também a banana amassada) e misture. Em outro recipiente misture todos os ingredientes secos. Adicione os líquidos nos secos e misture tudo. Coloque em uma forma untada e leve para assar no forno pré-aquecido à 200 graus de 40 à 45 minutos. Pronto. Seja feliz fazendo e comendo.

Pesquisadores descobrem uma forma simples de deixar o arroz menos calórico

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O arroz nosso de cada dia pode ser preparado de uma forma que diminui em até 60% as calorias do grão. Essa descoberta foi resultado de uma pesquisa feita no Sri Lanka e apresentada perante a Sociedade Americana de Química.

Para obter essa redução calórica, basta seguir a seguinte receita: cozinhar o arroz em fogo lento por 40 minutos, com uma colher de óleo de coco. Em seguida, ele deve ser refrigerado por 12 horas.

O método é tornar o amido do arroz menos digestível, o que faz com que o corpo absorva menos energia do que faria ao ingerir o arroz preparado do modo comum. Segundo Sudhair A. James, líder do estudo, “o resfriamento é essencial para transformar o amido digestível em resistente” (fator responsável pela redução de absorção de calorias pelo organismo).