Nestlé lança cafés Starbucks At Home

O café é uma bebida lendária. Tomar ele é um ritual que embala muitos instantes de nossos dias. Além de ir em nossas cafeterias preferidas, criar de maneira emocionalmente significativa esse ritual dentro de nossas casas é uma chance incrível, que ninguém deveria desperdiçar. A Starbucks traz uma novidade para te ajudar com isso.

Pensando em levar a experiência vivida em milhares de cafeterias Starbucks espalhadas ao redor do mundo para dentro dos lares brasileiros, a Nestlé lança este mês sua nova linha de cafés Starbucks At Home, composta por 15 produtos, entre seis variedades de cápsulas para o sistema Nespresso, seis para o sistema NESCAFÉ Dolce Gusto – incluindo cappuccino e latte maccchiato – e três opções de torrado e moído, que marcam a entrada da empresa neste segmento no Brasil.

A nova linha conta com blends icônicos da Starbucks, todos produzidos com café 100% arábica de alta qualidade, proveniente de cultivosambientalmente responsáveis, condições de trabalho justas e total transparência econômica.

Além de toda a variedade, a linha traz em suas embalagens informações e conteúdo que ajudarão o consumidor a identificar a bebida – como perfil da torra, aroma e intensidade – auxiliando-o a elevar seu padrão de consumo de cafés. As informações também são encontradas em um website feito exclusivamente para o lançamento: www.starbucksathome.com/br.

“A casa se torna cada vez mais um local acolhedor para trabalhar, confraternizar com a família e amigos ou relaxar, e a nossa proposta é levar para esses lares a experiência de consumir um café Starbucks em casa”, destaca Rachel Muller, diretora de cafés da Nestlé Brasil. “Estamos trazendo o que há de melhor para atender a demanda de um consumidor que está cada vez mais exigente”, completa.

O lançamento é fruto da parceria de Starbucks com a Nestlé, que investiu US$ 7,15 bilhões pelo direito perpétuo e global de comercialização, exclusivamente no varejo, de produtos com a marca, com exceção das cafeterias Starbucks. A linha já está disponível nos principais supermercados de São Paulo. Mais informações estão disponíveis no site oficial ou pelo Instagram @starbucksathomebr.

Starbucks At Home – Casas Starbucks

Para reforçar o conceito “At Home”, durante os meses de maio, junho e julho, a Nestlé promoverá as “Casas Starbucks”, iniciativa que transformará quatro casas icônicas de São Paulo em locais de conversas sobre temas diversos e atuais com convidados especiais sempre acompanhados da degustação dos cafés Starbucks at Home. A primeira casa acontece nos dias 03, 04 e 05 de maio e todos os detalhes serão comunicados em breve.

Linha completa Starbucks At Home

Starbucks Torrado e moído – 3 Itens

  • Pike Place® Roast é uma homenagem a primeira loja, um café ousado e gratificante que é rico em sabor, mas é balanceado o suficiente para se tomar todos os dias.
  • Caffè Verona® é um sedutor blend com um toque suave de Italian Roast conferindo intensidade, alma e doçura. Uma combinação perfeita para um chocolate.
  • House blend ® é o nosso começo, a primeira mistura criada em 1971. Com torra castanha escura e brilhante e sabor equilibrando sabores de nozes e cacau com apenas um toque de doçura do assado.

Starbucks para sistema NESCAFÉ Dolce Gusto – 6 Itens

  • Blond Espresso Roast blend de grãos da América Latina em uma torra que traz notas doces e vibrantes. Suave e equilibrado, destaca a doçura do leite, tornando as bebidas clássicas do café espresso mais suaves e sem amargor.
  • Espresso Roast – tudo começou em 1975 com a busca pela perfeita combinação de grãos e torra, com uma doçura rica e caramelizada.
  • House Blend – carregado de sabores, equilibrando aromas de cacau, castanhas e o adocicado da torra, foi o primeiro blendcriado pela Starbucks, em 1971.
  • Starbucks Cappuccino é equilibrado, indulgente e delicioso.
  • Starbucks Latte Macchiato é uma bebida aveludada, cremosa e deliciosa.
  • Starbucks Caramel Latte Macchiato – bebida com a cremosidade do leite e o sabor do caramelo.

Starbucks para o sistema Nespresso – 6 Itens

  • Blonde – intensidade 6
  • Colombia – intensidade 7
  • Pike Place (Lungo) – intensidade 7
  • House Blend (Lungo) – intensidade 8
  • Caffè Verona – intensidade 10
  • Espresso – intensidade 11

Produção responsável e sustentável (O que importa MUITO – a marca de qualquer produção deixa no fundo é sempre a marca mais profunda). 

A produção de Starbucks manterá a origem já existente, composta por cafés arábica de qualidade superior de todas as três regiões de cultivo de café em toda a América Latina, Indonésia e África. Todos os produtores são verificados por meio do programa de aquisição ética da Starbucks C.A.F.E. Práticas. O programa garante o café da mais alta qualidade, juntamente com métodos de cultivo ambientalmente responsáveis, condições de trabalho justas, e total transparência econômica da fazenda à xícara.

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Bacalhau da Noruega – O que é e porque é tão famoso? E ainda uma receita afetiva: Bacalhau de forno com leite de coco.

Bacalhau da Noruega – o que você entende quando ouve esse termo? Não se trata simplesmente de um ingrediente sofisticado, o nome revela a origem, e a origem revela os elementos únicos que ele tem – por ser tratado pela cultura norueguesa de um modo lendário há anos, pelas espécies dos seus mares terem comportamentos específicos e pela temperatura da água do norte europeu. É muito bom quando entendemos bem o que um nome significa. Com autenticidade, quero muito contar mais pra vocês do que se trata o bacalhau da Noruega, e ainda compartilhar uma receita afetiva, vamos?

O que faz o bacalhau da Noruega assim tão especial?

A Noruega está localizada no extremo norte da Europa, onde no clima frio e nas águas cristalinas geladas cria-se ambientes muitos favoráveis para o desenvolvimento dos peixes – que crescem de forma lenta, desenvolvendo sabor e textura únicos. O cardume de bacalhau norueguês é migratório e viaja distâncias gigantes, das águas geladas do mar de Barents até a costa da Noruega – esse é um dos motivos que confere sua textura única (e aquela capacidade das lascas se soltarem após o cozimento). O tipo de alimentação dos peixes desse mar também influencia na textura que ele oferece.

O que torna o peixe um bacalhau é o processo de secagem (há diferentes espécies de peixes que são transformadas em “bacalhau” através do processo de secagem). A Noruega tem uma tradição muito antiga na secagem de peixes, o sol suave e o vento gelado fazem com que suas rochas planas sejam ambiente perfeito para secar os peixes. A palavra norueguesa “klippfisk” significa “peixe na rocha”, foi ela que deu origem a palavra “clipfish”, em inglês, que se refere ao bacalhau salgado. O processo de secar o peixe nas rochas é uma prática muito antiga, hoje fazem isso em ambientes fechados, mas ainda há quem seque no método ancestral.

O bacalhau é um patrimônio muito importante para os noruegueses. A qualidade sem igual do bacalhau que produzem conquistou o mundo. Eles possuem órgãos governamentais que cuidam da qualidade contínua dessa tradição secular. Deu pra entender poque o bacalhau da Noruega é tão valioso?

Tipos de bacalhau:

O mais nobre e tradicional: “O autêntico bacalhau da Noruega” (espécie: Gadus morhua): Salgado e seco. Pescado no Atlântico norte, apresenta postar altas, largas e de coloração palha e uniforme quando salgado e seco. Depois de cozido, sua carne se desfaz em camadas claras e tenras.

Bacalhau ou Bacalhau-do-Pacífico (espécie: Gadus macrocephalus): Salgado e seco. Possui coloração levemente mais branca e sua carne não desmancha em lascas, mas pode ser facilmente desfiada.

Saithe (espécie: Pollachius virens): Salgado e seco. De sabor mais forte e coloração menos clara. Quando cozido, sua carne macia desfia com facilidade. É o tipo perfeito para preparar bolinhos, saladas ou ensopados.

Ling (espécie: Molva molva): Salgado e seco. O mais estreito de todos os tipos de bacalhau. Carne mais branca também fácil de desfiar.

Zarbo (espécie: Brosme brosme): Salgado e seco. É o menor peixe entre os 5 tipos de bacalhau. É mais roliço que o Ling. Também ótimo para preparos onde o bacalhau vai desfiado.

Na Noruega, o Saithe, Ling e Zarbo são submetidas ao mesmo processo do Gadus morhua – salgados e secos com o mesmo rigor de qualidade. São espécies diferentes (porém da mesma família), mas submetidas aos mesmos processos para produção do bacalhau.

Como dessalgar o bacalhau?

Ao ser dessalgado, o bacalhau ganha aproximadamente 30% de volume. O melhor jeito de dessalgar é: Lave o bacalhau em água corrente. Mergulhe então ele em bastante água fria (2 partes de água para 1 parte de bacalhau), com pedras de gelo, e deixe na geladeira durante todo o processo de dessalgar. Tempo de dessalgue: 24 horas para cada cm de altura da parte mais grossa da posta. Troque a água pelo menos 2 vezes a cada 24 horas.

Como conservar o bacalhau em casa?

Quando salgado e seco, manter sempre em potes fechados e na geladeira (nunca em temperatura ambiente). Se dessalgado, você pode manter no congelador por até 8 meses (pincela azeite para conservar). Nunca congele o bacalhau ainda salgado.

Agora que sabemos muito sobre bacalhau, quero compartilhar com vocês a receita de mainha – a que minha mãe faz em toda época de páscoa, receita simples e linda, cheia de memórias afetivas pra mim.

Bacalhau ao forno com leite de coco:

Ingredientes:

  • Aproximadamente 1kg de bacalhau já dessalgado
  • 2 tomates bem maduros picados
  • Salsinha e coentro picados à gosto
  • 4 dentes de alho esmagados
  • 1 pimentão verde (ou vermelho) médio cortado em rodelas ao meio
  • 1 cebola cortada em rodelas ao meio
  • Cerca de 10 azeitonas sem caroço picadas
  • Cerca de 5 à 8 batatas médias cortadas em rodelas e cozidas (a quantidade delas é mais à gosto).
  • Azeite de oliva extra virgem à gosto
  • 1 colher de sopa de azeite de dendê
  • Sal e pimenta-do-reino preta à gosto
  • 250 ml de leite de coco

Modo de preparo:

Coloque o bacalhau já dessalgado em uma panela, cubra com água e leve ao fogo médio. Instantes antes de levantar fervura, desligue o fogo e escorra a água. Reserve o bacalhau.

Em uma panela, coloque azeite e acrescente a cebola, um pouco de sal e pimenta. Refogue por 1 minuto e acrescente o alho, frite ele por uns segundos. Então acrescente o tomate, o pimentão, o azeite de denê, a salsinha e o coentro. Refogue tudo, por uns 4 minutos. Cheque o sal. Reserve.

Em um travessa grande que possa ir ao forno, coloque fios de azeite, então acomode o bacalhau, espalhando por toda travessa. Espalhe as batatas cozidas sobre o bacalhau, e em seguida coloque as azeitonas e então os legumes refogados. Coloque por último o leite de coco, espalhando ele por toda travessa. Finalize com uns fios de azeite por cima. Leve para assar em forno pré-aquecido à 200 graus por cerca de 40 minutos (até o bacalhau estar completamente cozido, desmanchando em lascas).

 

Ostara, Easter, Páscoa – Porque coelhos e ovos de chocolate? Confira origem da tradição e ainda seleção de 12 receitas sensacionais para sua páscoa!

Ostara

Imagem: Site Santuário Lunar

Ostara, Easter, Páscoa. O termo “Páscoa”, vem de “Ostara”, deusa escandinava da primavera – estação do ano que no hemisfério norte se inicia próxima à celebração da Páscoa. Antes mesmo do cristianismo, o dia de Ostara era a celebração do primeiro dia de primavera, do fim do inverno e retorno do sol, do florescimento e renascimento da natureza – o cristianismo uniu essa simbologia de “renascimento da natureza” a ressurreição de Jesus, fato hoje que universalmente simboliza a páscoa. Na antiguidade, o povo anglo-saxão pintava ovos e os oferecia a Ostara, sendo que o ovo sempre simbolizou vida, nascimento, assim como o coelho também era relacionado a Ostara, simbolizando fertilidade e fecundidade na natureza. Daí vem a origem dos ovos e do coelho da páscoa, que eram muito antes os “ovos e coelhos de Ostara”. A criatividade humana tornou os ovos de Ostara em ovos de chocolate, criando uma intima relação desse ingrediente com toda a simbologia que envolve a Páscoa, os ovos, o coelho, a primavera e o renascimento. Por isso Páscoa tem tom de chocolate (do qual os ovos de Ostara deliciosamente acabaram sendo feitos) – a gastronomia tem sempre símbolos e marcas que contam a história da humanidade. Isso é sempre emocionante.

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Para celebrar toda a simbologia da Páscoa com, claro, chocolate, fiz uma seleção de nossas melhores receitas que envolvem chocolate! Chocolate também é renascimento, é símbolo, e é maravilhoso… Veja abaixo a seleção com todo amor do mundo:

Para acessar as receitas basta clicar no link!

Receita de Ovo de Páscoa de Colher sabor Oreo

Receita de Ovo de Páscoa de Colher Trufado de Laranja

Receita de Ovo de Páscoa de Colher de Brigadeiro Gourmet

Receita de Gâteau au Chocolat (Bolo de chocolate cremoso sem farinha)

Receita de biscoitos de manteiga de amendoim com recheio de chocolate

Receita da tradicional Mousse de Chocolate Francesa

Receita de Reine de Saba – O bolo de chocolate com amêndoas da Julia Child!

Bolo Lava de Chocolate (Moelleux au Chocolat)

Receita de tortinhas de chocolate com farofa crocante de caramelo

Receita de Cookies Double Chocolate

Receita de mousse de chocolate com cachaça e crocante de chocolate branco

Receita de Bolo Double Chocolate com Azeite de Oliva

Ostara winter

Ostara – Lavando o adormecimento da terra durante o inverno e trazendo o florescimento e renascimento da natureza.

Couscous cítrico e a chance de paz.

Eu realmente acredito que uma receita pode nos conduzir por um estado emocional diferente. E cada tipo de receita pode oferecer um tipo específico de emoção – algumas nos dão energia, entusiasmo e vontade de dançar, outras nos acalmam, outras nos fazem refletir sobre coisas complexas, outras nos inspiram a amar. Essa aqui é uma receita de calma, leveza e paz. Através dela, ouvindo uma música gentil e boa, eu experimento um real sentimento de paz.

Ingredientes:

  • 300g de couscous marroquino
  • Cerca de 10 azeitonas com caroço (porque é bom às vezes usar as coisas como elas realmente são, com caroço e toda verdade delas).
  • 2 colheres de chá de raspas de limão siciliano
  • cerca de 2 latas de atum sólido
  • Meia xícara de chá de ervilhas frescas (ou aquelas congeladas)
  • Cheiro verde picado à gosto
  • 1 tomate picado
  • Meia cebola média picada

Modo de preparo:

Se seu atum vier no azeite, separe ele do azeite e reserve para usar (nunca jogue algo que pode ser usado fora). Coloque para ferver 300 ml de água, acrescente 2 colheres de sopa de azeite e 1 colher e meia de chá de sal. Quando ferver coloque o couscous, misture, desligue o fogo e deixe hidratar por 8 minutos. Depois abra e misture pra soltar o couscous.

Em uma frigideira coloque 2 colheres de sopa de azeite, leve ao fogo médio e refogue a cebola, em seguida coloque o tomate e a ervilha, também refogue. Acrescente as raspas de limão, as azeitonas e o atum. Refogue até tudo misturar bem. Coloque essa mistura no couscous hidratado e misture tudo. Pronto. Coma em paz.

Clique aqui e acesse meu Instagram – lá no meu IGTV tem um vídeo com um passo a passo de toda a receita. 

Tapioca significativa de banana e queijo!

Receita simples com uma combinação impactante – que revela toda potência e sutileza do nordeste do nosso Brasil. Um dos meus jeitos preferidos de comer tapioca. Faço em muitas tardes dessa vida, e esse é o tipo de preparo que me faz parar pra sentar na mesa de casa sozinho a tarde e respirar fundo, através da experiência sutil e boa com uma tapioca. Acho que essa receita me acalma, entende? Faz pra entender.

Ingredientes:

Atenção: Todas quantidades são a gosto, dependem do tamanho da tapioca e o quanto você gosta menos ou mais recheada. Coloque a quantidade que for vendo que faz sentido.

  • Tapioca
  • Queijo (melhor se for coalho)
  • Manteiga (melhor se for baiana, mas se não for, tudo bem)
  • Banana (melhor se for da terra, se não tudo bem também)

Modo de preparo:

Corte a banana em cubos/pedaços pequenos. Em uma panela ou frigideira, aqueça um pouco de manteiga e coloque a banana. Refogue por 1 minuto ou 2, só para a banana amolecer e ficar cremosa linda.

Em uma frigideira, coloque a quantidade de tapioca que for usar. Espalhe montando um disco liso e uniforme. Espere 1 minuto e vire. Coloque a banana que refogou na manteiga e o queijo em pedaços. Deixe uns segundos e então feche a tapioca, espere mais uns segundos até o queijo derreter. Tire e sirva passando um pouco de manteiga por cima para umedecer mais, é bom. Seja feliz comendo.

Clique aqui e acesse o meu Instagram – lá no IGTV tem video completo com todo passo a passo desse preparo!

Rocambole de carne moída recheado!

Receita absolutamente simples e deliciosa, que fica linda e conquista qualquer pessoa. Ela me conquistou há anos. Faço esse rocambole muitas vezes, é um dos pratos preferidos da minha mãe, então é uma receita que me lembra muito ela e nossa paixão em comum pela cozinha. Sabe quando você vai para a cozinha fazer algo e desde o inicio aquilo já te traz a memória de alguém e do seu afeto por esse alguém? Então. Aproveite a simplicidade e sabor lindo desse prato com alegria e entusiasmo. Se divirta fazendo.

Ingredientes:

  • 1kg de carne moída (uso sempre acém, patinho ou colchão mole)
  • Meia cebola média picada em cubos
  • 2 dentes de alho triturados
  • Temperos à gosto (eu uso páprica defumada, cominho, zathar e pimenta-do-reino – cerca de meia colher de chá de cada).
  • 2 colheres de sopa de farinha de trigo ou creme de cebola (ou mais, até dar liga suficiente)
  • Fios de azeite de oliva extra virgem
  • Cerca de 200g de presunto
  • Cerca de 200g de muçarela
  • Cerca de 1 colher e meia de chá de sal (se usar creme de cebola, use menos sal, equilibre)

Você precisará de uma folha de papel alumínio grande e de um molho para cobrir. Sempre uso molho de tomate. Clique aqui e veja uma receita de molho de tomate caseiro ou use o que você preferir.

Modo de preparo:

Em uma forma coloque a carne moída, acrescente a cebola, o alho, todos os temperos, fios de azeite e a farinha de trigo (ou creme de cebola, se for usar). Misture tudo muito bem até virar uma massa com liga, se a carne ainda ficar muito solta, acrescente um pouco mais de farinha de trigo.

Abra uma folha grande, retangular, de papel alumínio sob uma bancada, com a parte brilhante virada para cima, e abra a carne nela, deixando-a num formato retangular para depois enrolar o rocambole. Pressione a carne e ajeite as laterais para ficar firme e uniforme.

Coloque então uma camada de presunto e depois uma camada de queijo. As quantidades são a gosto, mas não encha muito, se não o rocambole não fecha direito! De 200g à 250g de cada é o ideal.

Com a ajuda do papel alumínio, vá fechando o rocambole, enrolando e cuidando para que o recheio vá ficando dentro. No final, una as partes da carne para grudar um lado no outro e fechar o rocambole. Com seus dedos, feche toda abertura, modelando bem para evitar que abra (é normal que vaze um pouco do recheio quando assar, mas quanto melhor você fechar mais garantia terá de que o recheio ficará dentro.

Após fechar por completo, feche com papel alumínio, deixe algumas partes do papel aberta para escapar vapor. Leve para assar em forno pré-aquecido à 200 graus por cerca de 1 hora (1 hora para cada 1kg). Após 1 hora retire do forno, abra o papel e retire-o por completo. Volte para o forno e deixe dourar um pouco, por cerca de 15/20 minutos.

Pronto! Retire e regue com o molho de sua preferência, como falei, sempre rego com molho de tomate. Depois de colocar o molho gosto de levar ao forno por mais 5/10 minutos, mas é opcional!

No meu Instagram tem um video no IGTV completo com um passo a passo bem detalhado da receita! Clique aqui e veja lá! 

Bon appétit!

Receita de salpicão verde!

Verde e vermelho porque essas são as cores da memória afetiva no natal. É importante que o prato na mesa conte sempre o máximo possível da situação afetiva que se desenrola em volta dela. Nesse salpicão temático do meu coração, o conjunto de aromas verdes que compõe a cor também compõe um sabor muito fresco e equilibrado, com uma umidade muito adequada para acompanhar os outros pratos mais secos natalinos. A cor da comida atiça algo em mim, em você também? Espero que gostem da receita!

Ingredientes:

  • 1 peito de frango sem pele e sem osso cozido e desfiado (Sem segredo para cozinhar, cozinho sempre na pressão com um pouco de sal, pimenta, uma colher de sopa de azeite, cebola e alho)
  • 2 folhas grandes de couve higienizadas e cortadas em tiras finas
  • Metade de um repolho verde pequeno higienizado e cortado em tiras fininhas (opcional, se não gostar não precisa colocar).
  • 4 colheres de sopa de azeite de oliva extra virgem
  • 10 azeitonas verdes sem caroço picadas
  • Meio talo de salsão picado
  • Meia cebola pequena picada
  • Salsinha fresca picada à gosto
  • Cerca de 4 colheres de sopa de maionese
  • Cerca de 4 colheres de sopa de creme de leite
  • Sal à gosto
  • Pimenta-do-reino à gosto
  • Caldo de meio limão
  • 1 colher de sopa de vinagre branco
  • Tomate cereja para decorar
  • 1 maçã descascada e cortada em cubinhos bem pequenos

Modo de preparo:

Comece fazendo sua “pastinha verde” que dará a cor do salpicão. Coloque o couve cortado em um mixer ou no liquidificador, acrescente o azeite, o vinagre, a salsinha, o creme de leite e 2 colheres de sopa de maionese. Bata até triturar completamente e virar uma “maionese verde”. Se ficar muito pastoso e não bater direito, coloque um pouco mais de creme de leite. Reserve.

Em uma vasilha grande coloque o frango, acrescente o creme verde e todos os outros ingredientes – exceto o tomate. A consistência do seu salpicão depende do seu gosto – se quiser mais cremoso é só colocar mais creme de leite e maionese. Prove o sal e deixe de seu gosto também. Use o tomate-cereja para decorar. Prontinho!