Salmão grelhado com risoto de limão

Antes da receita: Salmão e dill são dessas coisas que nasceram para estar sempre juntas. Se o salmão não tá lá tão fresco e bom mas tem dill, ele brilha. Se o dill tá meio murcho e sem graça mas tem salmão, ele brilha. Quantas relações são assim, onde um ajuda o outro a brilhar, cuidando um da rachadura do outro? Temos algo a aprender com salmão e dill: uma união generosa que produz um amor que faz sentido, onde não ficam numa competição esquisita querendo um brilhar mais que o outro. Enfim, a receita:

O salmão:

Tempere postas de salmão com sal, pimenta, azeite e folhas de dill – esfregando as folhinhas com seus dedos para que elas liberem sua alma profunda aromática. Deixe descansar 20 min. Grelhe os 2 lados numa frigideira untada com azeite (o tempo varia de acordo com o tamanho da posta – no geral,  quando a cor das laterais assume o tom mais rosado e menos laranja, está bom).

Risoto de limão:

Tenha cerca de 600ml de caldo quente (qual quiser, pra esse gosto de usar caldo de legumes). Daí, processo de sempre de risoto: Meia cebola picada refogada em 1 colher de sopa de manteiga e 1 colher de chá de sal, então junte 1 xícara de arroz para risoto e refogue 1 minuto. Em seguida junte 1 xícara de vinho (quando tem salmão junto, gosto de usar vinho rosé, a cor combina, só por isso). Mexa sempre a panela, sempre mesmo, pra soltar todo amido cremoso lindo do arroz. Evaporando o vinho, coloque o suco de 1 limão (melhor se for siciliano) e junte 1/3 do caldo. Misture até evaporar grande parte e junte mais caldo. Repita isso até o arroz atingir o ponto que você ame. Atingindo, coloque uma última pequena quantidade de caldo, incorpore uns minutos pra não ficar ralo, estando cremoso, desligue a panela. Finalize com queijo parmesão e manteiga (manteiga nunca é demais, quando achar que colocou muito, coloque mais o dobro). Acerte o sal e coloque pimenta, se quiser.

Pronto. Sirva um do lado do outro. Folhas frescas de dill por cima são um carinho final muito bonito, e bom.

Risoto de queijo brie e mel com crocante de queijo brie

Fácil e elegante. Combinação linda – queijo brie ama estar junto de algo adocicado, é o date perfeito pra ele. E falando em date, acho essa receita ideal para encontros amorosos, mas também é bonita para fazer e amar a si mesmo. Quantidades abaixo para um risoto que serve 3 pessoas (porque respeitamos também o poliamor, se for seu caso).

Caso queira ver, no IGTV do meu Instagram tem um video com todo o passo a passo completo, só clicar aqui!

Ingredientes:

  • 1 e 1/2 xícara de chá de arroz arbóreo
  • Cerca de 1 litro de caldo de legumes (explico como fazer um abaixo)
  • 1 taça de vinho branco
  • 1 colher de sopa de manteiga mais uma quantidade à gosto (para fazer o crocante de brie e finalizar o risoto)
  • Cerca de 150g de queijo brie (mais uns pedaços para fazer o crocante)
  • Queijo parmesão ralado à gosto
  • 2 colheres de sopa de mel
  • Meia cebola média picada
  • Ervas frescas picadas à gosto (salsinha, cebolinha…)
  • Sal à gosto

Modo de preparo:

Primeiro sobre o caldo de legumes: Quando quero um caldo rápido, fervo por 20 minutos na água: alho-poró, alho, cebola, cenoura picada bem pequena e alguma pimenta (do reino, rosa…), e pronto, tenho um caldo.

Em uma panela coloque 1 colher de sopa de manteiga, acrescente a cebola picada e refogue até ela ficar translúcida. Acrescente o arroz e refogue 1 minuto. Coloque então o vinho e mexa até ele evaporar.

Coloque cerca de 1/3 do caldo e fique mexendo. Quando começar a secar coloque mais caldo e continue mexendo. Repita o processo até o risoto atingir o ponto de seu agrado (tradicionalmente tem que ficar mais durinho – cozido mas ainda rígido (al dente), mas se preferir deixe mais molinho. Quando colocar a última remessa de caldo não deixe secar tanto. Durante essa etapa pode ir colocando ervinhas picadas para ajudar a dar perfume.

Quando o arroz chegar no ponto acrescente o queijo brie e incorpore. Em seguida coloque o mel (cerca de 2 colheres de sopa, mas cheque o tanto de doçura que você quer). Incorpore o mel e desligue a panela. Então coloque o queijo parmesão ralado, misture e finalize generosamente com bastante manteiga – cremosidade e brilho, queremos. Acerte o sal.

O crocante de queijo brie:

Para ter o crocante é só colocar um pouco de manteiga em uma frigideira antiaderente e dispor na manteiga já derretida fatias de queijo brie. Ele irá derreter e se desfazer, quando começar a secar e você notar que tudo virou quase uma coisa só, como uma “placa de queijo” derretido já tostado por baixo, desligue (tem que tostar, mas não queimar). Esfriando um pouco fica firme, aí é só tirar da frigideira e quebrar em pedaços.

Sirva o risoto finalizando com ervas frescas picadas e o crocante de brie. Mas que gracinha.

Chiaccere – biscoito doce frito italiano

Chiaccere – Se trata de um biscoitinho frito (muito consumido no carnaval italiano), onde queremos a emoção de uma mordida que tenha crocância mas também alguma maciez sútil. Um contraste bonito alcançado com detalhes simples no preparo (as quantidades abaixo é porque fiz só pra mim. Para 2 ou mais pessoas, dobre ou triplique a receita):

Junte:

  • 1 xícara de chá de farinha de trigo
  • Meia pitada de sal

Misture e faça um buraco no centro e acrescente:

  • 1 ovo
  • 1/3 de xícara de chá de açúcar
  • Raspas de meio limão (melhor se for siciliano)
  • 1 colher de sopa de azeite
  • 1 colher rasa de chá de semente de erva-doce
  • 1 colher de sopa de cachaça

Comece misturando com uma colher e depois com as mãos. Amasse com gentileza só até misturar tudo (essa massa não é daquelas de descontar estresse – algumas são – essa é via de expressão de cuidado, delicadeza). Faça uma bola com a massa e deixe descansar na geladeira por 1 hora. Cheire suas mãos antes de lavar. Elas estarão com um perfume doce, cítrico, carinhosamente encaichaçado. É um belo perfume (perdemos chances de sentir cheiros lindos quando lavamos tudo com pressa). Esfarinhe uma superfície para não grudar e abra a massa (com rolo, garrafa, ou outros objetos criativos), deixe bem fina. Corte com uma faca em pedaços de formas quaisquer, brinque. Sejam quais forem as formas que fez, faça um corte no centro delas – essa abertura, somada a finura da massa, somada a cachaça e somada a você não ter amassado demais, trará a crocância emocionante que falei. Frite suas formas surrealistas em óleo quente e polvilhe açúcar por cima. Pronto.

Aprendi essa receita com Paola Carosella. Algumas pessoas chamam de “orelha de gato” ou “cueca virada” (amo esse nome) preparos parecidos com esse, mas é diferente. Todos são bons.

Bruschetta de brie com cebola caramelizada e mostarda.

Bruschetta onde se junta: queijo brie, cebola caramelizada e mostarda – dessas coisas que parecem que nasceram para estar sempre juntas.

Para caramelizar cebola facinho:

Na frigideira coloque 1 colher de sopa de manteiga e junte 1 cebola pequena cortada em rodelas finas. Vá mexendo e deixe ela cozinhar uns 4 minutos no fogo baixíssimo. Coloque uma pitada de sal e uma colher de sobremesa de açúcar, mexa e cozinhe 1 minuto e então coloque uma colher de sobremesa de molho shoyu. Cozinhe até que engrosse e a cebola esteja macia. Minutos antes de desligar repare no ponto da cebola caramelizando, borbulhando – poucas coisas são tão lindas e perfumadas quanto essa cena – guarde ela pra sempre em você. E ah, ajuste as quantidades conforme sua intuição te disser que precisa (sim, você tem uma intuição e precisa usar mais isso, na cozinha e na vida).

Para montar a bruschetta:

É só colocar sobre fatias de pão pedaços de queijo brie, a cebola caramelizada com seu caldinho e mostarda. Leve ao forno à 200 graus por uns 6/8 minutos (só pra tudo se encontrar mais calorosamente sobre o pão). Pronto.

Sobre a mostarda: Para essa receita mostardas amarelas muito liquidas não servem. Mostarda de Dijon, mostarda em grãos ou escuras são as que servem. Nem sempre podemos improvisar tudo, há emoções que precisam de coisas específicas para acontecer certo. Mas caso não tenha, faça sem. Só o brie e a cebola já emocionam bastante.

Torta doce italiana de ricota e morango (Sbriciolata alle fragole e ricotta)

A gente não para pra pensar no que de lindo acontece se misturarmos morangos com ricota. Essa torta une os dois, mais um presente dos italianos para o mundo. É um preparo simples, gentil, bom. Indico ela pra tardes em que você precise ser menos duro e mais gentil consigo mesmo. Você acha que não, mas você merece parar um pouco as coisas todas e fazer uma torta para si.

Como fazer a massa:

Misture 300g de farinha de trigo, 100g de açúcar, meia colher de chá de sal e 1 colher de chá de fermento em pó. Acrescente 100g de manteiga amolecida e incorpore. Coloque então 1 ovo e 1 colher de sopa de extrato de baunilha. Misture tudo para formar a massa, mas não forme uma bola, deixe despedaçada, como uma “farofona” (nos stories e no blog, link no perfil, há imagens). Reserve.


Como fazer o recheio:

Esmague 400g de ricota com um garfo e junte 3/4 de xícara de açúcar de confeiteiro (ou normal) e 100g de creme de leite. Bata na mão ou em uma batedeira (Tem que ficar uma pasta grossa, se precisar coloque mais creme de leite), a aparência tem que ser próxima dessa imagem a baixo. Em seguida, acrescente 250g de morangos picados. 

 

Montagem:

Em uma fôrma untada, coloque metade da massa e “amasse” para forrar bem todo o fundo e uns 2 dedos das laterais. Coloque o recheio todo e então espalhe por cima o restante da massa – esfarelando, como se cobrisse com uma farofa, assim:

Se quiser, espalhe por cima um pouco de amêndoas laminadas, mas se não quiser tudo bem. Asse em forno pré-aquecido à 180 graus por 35 minutos. Antes de servir, polvilhe açúcar de confeiteiro por cima.


Quando tudo ficar pronto, construa um momento seu, com uma música que você goste, com uma bebida que você goste, e com uma fatia da sbriciolata. Você merece sentir tudo isso.

Risoto de abóbora fácil e gracinha.

Saudemos a abóbora! Risoto é o coringa pau pra toda obra! Mil tipos para amar, mas esse de abóbora é um facinho que faço muitas vezes – o docinho e textura da abóbora cai bem lindo aqui. As quantidades são referências, mas use sua intuição e gosto pra adequar conforme sentir que precisa. Muitas receitas pedem seu olhar amoroso e clínico.

Caso queira, no meu Instagram @rodrigo.vilasboas tem um video no IGTV com todo passo a passo da receita, clique aqui para ver.

Ingredientes (serve 3 pessoas):

  • Cerca de 1/4 de abóbora cabotiá média, descascada e picada em pedaços pequenos
  • Cerca de 2 litros de água
  • Meia cebola picada
  • Manteiga (é a gosto, mas usei cerca de 3/4 colheres de sopa)
  • 1 xícara e meia de chá de arroz arbóreo
  • 1 taça de vinho branco
  • Sal e pimenta-do-reino à gosto
  • Queijo parmesão ralado à gosto (melhor aqueles menos secos) – usei cerca de 150/200g
  • Algum queijo fresco (opcional, para finalizar)

Modo de preparo:

Coloque a água em uma panela ou caneca grande e coloque a abóbora dentro. Tempere a água com sal e pimenta e leve ao fogo. Quando a abóbora estiver cozida, escorre mas reserve a água (ao invés de caldo, é essa água que você usará para cozinhar o risoto).

Em uma panela, coloque uma colher de sopa de manteiga e junte a cebola, leve ao fogo médio e refogue até a cebola ficar translúcida, então acrescente o arroz e refogue 1 minuto e então acrescente o vinho, mexa até ele evaporar. Acrescente a abóbora cozida e esmague ela um pouco. Então comece a acrescentar o caldo (a água que você cozinhou a abóbora) aos poucos – naquele processo habitual do risoto – Coloque um pouco, mexa e espere secar um pouco, para só depois acrescentar a próxima leva, faça isso até o arroz estar cozido (o ponto vai de seu gosto, mais durinho ou mais molinho, experimente para saber). Mexa sempre durante o processo, para soltar o amido do arroz e garantir cremosidade. A última leva de água não deixe secar, apenas incorporar, para o risoto ficar cremoso. Finalize com o queijo parmesão e manteiga. Acerte o sal. Sirva imediatamente, coloque por cima, se for usar, o queijo fresco (mozzarella de búfala cai muito bem). Fácil, cremoso, brilhante e gracinha! 🙂 Bon appétit!

Risoni com cogumelo, abobrinha e parmesão!

Conhece Risoni?

Massas – como elas me emocionam. Acho uma pena que a gente se limite a consumir poucos tipos, sem explorar sua infinitude. Os italianos presentearam o mundo com uma arte profunda (profunda mesmo, cada tipo de massa é uma história ancestral linda), deviamos aproveitar melhor. Viver plenamente o sabor do “belo do mundo” exige a ousadia de provar o novo – isso serve para as massas e para a vida. Faça essa receita pensando nisso.

Risoni (ou orzo), é um tipo de massa com corte que se assemelha ao arroz (tanto que o preparo que faremos aqui é como um risoto). Muito usado em sopas também. O tamanho e formato permite que os sabores dos molhos e ingredientes penetrem nele de um modo lindo. Vamos à receita!

Ingredientes:

  • 1 xícara e meia de risoni (orzo)
  • Meia cebola picada
  • Manteiga à gosto
  • Azeite de oliva à gosto
  • Cerca de 300g de cogumelo fresco (rosa, shitake, etc).
  • Sal à gosto
  • Pimenta à gosto
  • Curry à gosto
  • Fatias de abobrinha grelhada no azeite, à gosto
  • 100g de queijo parmesão (um bom, isso importa)

Modo de preparo:

Higienize os cogumelos com um papel ou pano de prato úmido (jamais os lave). Corte em fatias e grelhe na manteiga, azeite, sal e pimenta. Reserve.
Corte a abobrinha grelhada em pedaços menores, reserve.
Em uma panela doure a cebola na manteiga e acrescente o risoni. Doure por 1 minuto. Coloque sal, pimenta e curry. Então vá acrescente o caldo de legumes aos poucos, mexendo de vez em quando (como no preparo de risoto). Quando uma porção estiver secando coloque outra e assim até ficar “al dente” – ou no ponto que goste (fique de olho, risoni cozinha mais rápido que risoto). Estando no ponto acrescente o cogumelo, a abobrinha, mais manteiga e o parmesão ralado, misture, acerte o sal, se precisar de mais umidade coloque mais caldo e pronto, sirva em seguida.

Dica: se achar, escolha o cogumelo rosa, a textura dele fica linda aqui.

Massa com molho de queijo e manteiga!

Massa com queijo e manteiga é uma das coisas mais reconfortantes dos cosmos. É muito fácil de fazer e a definição mais legítima de comida que conforta pra mim. É um prato que te abraço, juro. Se um dia precisar fazer um carinho bom em si mesmo, faça uma massa com molho de queijo e manteiga. Esse molho é uma versão próxima do que chamam de “molho alfredo”.

Ingredientes (para umas 2 ou 3 porções):

  • 1 Receita de nhoque ou cerca de 300g de qualquer massa que queira usar (se quiser ver algumas receitas de massas, como nhoque ou massa fresca para macarrão, clique aqui)
  • 3 colheres de sopa de manteiga e mais, se precisar.
  • 3 colheres de sopa de azeite de oliva extra virgem
  • Salsinha ou sálvia fresca picada à gosto
  • 1 concha de água do cozimento da massa
  • Um punhado de queijo ralado (parmesão fresco, canastra, qual quiser)
  • Sal e pimenta-do-reino à gosto

Modo de preparo:

Coloque a manteiga na frigideira com o azeite, espero derreter e junte a erva fresca e misture, quando derreter, borbulhar e um perfume subir coloque 1 concha da água do cozimento da massa e misture, pra virar um caldo grosso amoroso muito amanteigado. Daí nessa frigideira ainda acesa mas em fogo mais gentil e baixo coloque as 300g de alguma massa (eu fiz com nhoque) e também um punhado de algum queijo lindo ralado. Misture. Sal e pimenta. Se achar que precisa de mais manteiga coloque – porque ela nunca será demais. Pronto. Gostoso, reconfortante, cheiroso, simples e traz alegria sincera – tudo que você espera de um crush, tem na massa com manteiga e queijo.

Como fazer tartine de presunto parma, mel e queijo. 

Ingredientes (as quantidades dependem, use conforme seu gosto, não tem problema):

  • Pão tipo baguete
  • Presunto parma
  • Mel
  • Mussarela de búfala
  • Azeite de oliva extravirgem
  • Folhas de manjericão fresco
  • Flor de sal​

Modo de preparo poético:

Uma tarde, meu sábado. Começou a tocar Bob Dylan na minha cozinha. Uma música nem tão doce nem também amarga. Eu queria ficar na cozinha com essa música, com essa tarde, e com um gosto que unisse tudo. Eu tinha algumas coisas boas e frescas, que alegria que eu tinha elas. Peguei um pão e cortei, coloquei nas fatias muito azeite honesto e bom, pitaquei flor de sal, coloquei mussarela de búfala e um presunto parma emocionante. Depois por cima de tudo um mel lindo que veio de alguma fazenda de Santa Catarina, meu pai que me deu. Foi tudo pro forno até o queijo derreter e o pão tostar um pouco. Depois coloquei folhas de manjericão fresco do meu quintal. Ficou meio doce, meio salgado, exatamente como eu queria, como a música era. Um vinho branco coroou meu coração junto disso tudo. Minha tarde de sábado ficou gravada pra sempre na minha memória. Cozinhar serve pra isso. Obrigado, cozinha

Como fazer mascarpone!

Um queijo de origem italiana, meio adocicado, todo cremoso e com cerca de 70% de gordura – o que faz dele um grande amigo para atingir consistências emocionantes nas sobremesas. É o principal ingrediente do tiramisù e pode ser usado para dar uma cremosidade carinhosa em muitos preparos, como no crème brûlée. Ele é mais simples de fazer em casa que achar nos mercados, vou provar:

Ingredientes:

  • 500g de creme de leite fresco
  • 3 colheres de sopa de caldo de limão

Modo de preparo:

Leve o creme de leite ao fogo médio em uma panela bonita que você goste (Paola Carosella me fez ver que é especial quando gostamos de nossas panelas), quando ele levantar fervura acrescente o caldo de limão e cozinhe por 5 minutos mexendo sem parar. Imagine o ácido do limão cortando o leite e o transformando em queijo, entenda a beleza disso. Após isso desligue o fogo. Coloque uma peneira em uma vasilha e cubra ela com um coador de papel resistente ou com aqueles panos de malha fina de escorrer queijo. Despeje a mistura da panela na peneira e deixe 3 horas em temperatura ambiente e depois uma noite na geladeira, para o soro escorrer. Pronto. Ele fica assim que nem o da foto, rindo pra você e te contando o quanto fazer em casa é libertador.