Menu completo para o dia dos namorados: Entrada: Brusqueta de salmão defumado. Principal: Risoto de limão siciliano e salmão à moda oriental. Sobremesa: Brownie.

Menu completo para o dia dos namorados! Receita de 3 pratos fáceis e mega acessíveis pra mostrar que qualquer um pode impressionar fazendo um jantar lindão. Cozinhe nesse dia dos namorados, dê seu tempo de presente. Pra mim, cozinhar para alguém, entregando tempo e dedicação (as coisas mais valiosas que temos), é o melhor jeito de amar e se conectar. Esse menu lindo foi desenvolvido junto com a Mundial Hercules , construindo essa possibilidade mara de jantar bem good romance, veja: Entrada: Brusqueta de salmão defumado com chantilly salgado. Principal: risoto de limão siciliano com salmão à moda oriental. Sobremesa: Brownie emocionante. Confira a receita do menu completo abaixo!

Brusquetas de salmão defumado

Ingredientes:

  • Um pão italiano
  • 2 pacotes de salmão defumado
  • 250 ml de creme de leite fresco
  • Sal à gosto
  • Endro (Dill)
  • Suco de 1 limão siciliano
  • Raspas do limão siciliano

Modo de preparo:

Tostar o pão no grill ou frigideira com azeite, passando um alho partido nas fatias. Bater o creme de leite em ponto de chantilly firme, colocar sal, o suco do limão, as raspas do limão e o endro. Colocar sobre o pão tostado o creme, o salmão defumado e finalizar com salsinha ou pimenta rosa.

Risoto de limão Siciliano

Ingredientes:

  • 2 xícaras (chá) de arroz para risoto
  • ½ xícara (chá) de suco de limão siciliano
  • 2 colheres (sopa) de raspas de limão siciliano
  • 3 colheres (sopa) de manteiga
  • ½ xícara (chá) de queijo parmesão ralado
  • 1,5 litros de caldo de legumes
  • Azeite para fritar
  • 1 cebola picada
  • 180 ml de vinho branco

Modo de preparo:

Refogue a cebola no azeite e em 1 colher de manteiga até ficar transparente. Acrescente o arroz e envolva com a cebola refogada. Coloque o vinho branco e mexa até evaporar. Acrescente o caldo de legumes, aos poucos, sem parar de mexer. Conforme for secando o caldo acrescente mais um pouco. Um pouco antes de ficar al dente coloque o suco do limão siciliano e repita o procedimento com o caldo até que o arroz esteja al dente. Coloque o parmesão ralado e o resto da manteiga (que é à gosto, pra mim quanto mais manteiga, melhor). Mexa até incorporar e finalize com as raspas do limão siciliano.

Salmão à moda oriental

Ingredientes:

  • 500 gr de salmão em postas
  • 1 pimenta dedo de moça
  • 1 colher de sobremesa de gengibre picado
  • 7 colheres de sopa de molho de soja
  • 2 colheres de sopa de açúcar
  • 1 colher de sopa de óleo de gergelim
  • 1 colher de sopa de saquê

Modo de preparo:

Misture todos os ingredientes ao salmão e deixe marinar por 30 minutos. Frite com um fio de azeite na frigideira ou grill (a Hércules tem uns mara). Deixe no ponto de seu gosto. Sem deixar secar demais!

Brownie 

Ingredientes:

  • 200 gr de manteiga
  • 300 gr de chocolate meio amargo
  • 360 gr de açúcar
  • 4 ovos
  • 65 gr de farinha de trigo
  • 80 gr de cacau em pó

Modo de preparo:

Bater os ovos com o açúcar, adicionar e misturar o cacau em pó e o trigo. Em uma panela derreter a manteiga, adicionar o chocolate meio amargo para derreter junto. Depois misturar os 2 preparos para virar uma coisa só. Levar para assar em forno à 180 graus por 25 a 30 minutos.

Ame cozinhando e bon appétit!

Nestlé lança cafés Starbucks At Home

O café é uma bebida lendária. Tomar ele é um ritual que embala muitos instantes de nossos dias. Além de ir em nossas cafeterias preferidas, criar de maneira emocionalmente significativa esse ritual dentro de nossas casas é uma chance incrível, que ninguém deveria desperdiçar. A Starbucks traz uma novidade para te ajudar com isso.

Pensando em levar a experiência vivida em milhares de cafeterias Starbucks espalhadas ao redor do mundo para dentro dos lares brasileiros, a Nestlé lança este mês sua nova linha de cafés Starbucks At Home, composta por 15 produtos, entre seis variedades de cápsulas para o sistema Nespresso, seis para o sistema NESCAFÉ Dolce Gusto – incluindo cappuccino e latte maccchiato – e três opções de torrado e moído, que marcam a entrada da empresa neste segmento no Brasil.

A nova linha conta com blends icônicos da Starbucks, todos produzidos com café 100% arábica de alta qualidade, proveniente de cultivosambientalmente responsáveis, condições de trabalho justas e total transparência econômica.

Além de toda a variedade, a linha traz em suas embalagens informações e conteúdo que ajudarão o consumidor a identificar a bebida – como perfil da torra, aroma e intensidade – auxiliando-o a elevar seu padrão de consumo de cafés. As informações também são encontradas em um website feito exclusivamente para o lançamento: www.starbucksathome.com/br.

“A casa se torna cada vez mais um local acolhedor para trabalhar, confraternizar com a família e amigos ou relaxar, e a nossa proposta é levar para esses lares a experiência de consumir um café Starbucks em casa”, destaca Rachel Muller, diretora de cafés da Nestlé Brasil. “Estamos trazendo o que há de melhor para atender a demanda de um consumidor que está cada vez mais exigente”, completa.

O lançamento é fruto da parceria de Starbucks com a Nestlé, que investiu US$ 7,15 bilhões pelo direito perpétuo e global de comercialização, exclusivamente no varejo, de produtos com a marca, com exceção das cafeterias Starbucks. A linha já está disponível nos principais supermercados de São Paulo. Mais informações estão disponíveis no site oficial ou pelo Instagram @starbucksathomebr.

Starbucks At Home – Casas Starbucks

Para reforçar o conceito “At Home”, durante os meses de maio, junho e julho, a Nestlé promoverá as “Casas Starbucks”, iniciativa que transformará quatro casas icônicas de São Paulo em locais de conversas sobre temas diversos e atuais com convidados especiais sempre acompanhados da degustação dos cafés Starbucks at Home. A primeira casa acontece nos dias 03, 04 e 05 de maio e todos os detalhes serão comunicados em breve.

Linha completa Starbucks At Home

Starbucks Torrado e moído – 3 Itens

  • Pike Place® Roast é uma homenagem a primeira loja, um café ousado e gratificante que é rico em sabor, mas é balanceado o suficiente para se tomar todos os dias.
  • Caffè Verona® é um sedutor blend com um toque suave de Italian Roast conferindo intensidade, alma e doçura. Uma combinação perfeita para um chocolate.
  • House blend ® é o nosso começo, a primeira mistura criada em 1971. Com torra castanha escura e brilhante e sabor equilibrando sabores de nozes e cacau com apenas um toque de doçura do assado.

Starbucks para sistema NESCAFÉ Dolce Gusto – 6 Itens

  • Blond Espresso Roast blend de grãos da América Latina em uma torra que traz notas doces e vibrantes. Suave e equilibrado, destaca a doçura do leite, tornando as bebidas clássicas do café espresso mais suaves e sem amargor.
  • Espresso Roast – tudo começou em 1975 com a busca pela perfeita combinação de grãos e torra, com uma doçura rica e caramelizada.
  • House Blend – carregado de sabores, equilibrando aromas de cacau, castanhas e o adocicado da torra, foi o primeiro blendcriado pela Starbucks, em 1971.
  • Starbucks Cappuccino é equilibrado, indulgente e delicioso.
  • Starbucks Latte Macchiato é uma bebida aveludada, cremosa e deliciosa.
  • Starbucks Caramel Latte Macchiato – bebida com a cremosidade do leite e o sabor do caramelo.

Starbucks para o sistema Nespresso – 6 Itens

  • Blonde – intensidade 6
  • Colombia – intensidade 7
  • Pike Place (Lungo) – intensidade 7
  • House Blend (Lungo) – intensidade 8
  • Caffè Verona – intensidade 10
  • Espresso – intensidade 11

Produção responsável e sustentável (O que importa MUITO – a marca de qualquer produção deixa no fundo é sempre a marca mais profunda). 

A produção de Starbucks manterá a origem já existente, composta por cafés arábica de qualidade superior de todas as três regiões de cultivo de café em toda a América Latina, Indonésia e África. Todos os produtores são verificados por meio do programa de aquisição ética da Starbucks C.A.F.E. Práticas. O programa garante o café da mais alta qualidade, juntamente com métodos de cultivo ambientalmente responsáveis, condições de trabalho justas, e total transparência econômica da fazenda à xícara.

Bacalhau da Noruega – O que é e porque é tão famoso? E ainda uma receita afetiva: Bacalhau de forno com leite de coco.

Bacalhau da Noruega – o que você entende quando ouve esse termo? Não se trata simplesmente de um ingrediente sofisticado, o nome revela a origem, e a origem revela os elementos únicos que ele tem – por ser tratado pela cultura norueguesa de um modo lendário há anos, pelas espécies dos seus mares terem comportamentos específicos e pela temperatura da água do norte europeu. É muito bom quando entendemos bem o que um nome significa. Com autenticidade, quero muito contar mais pra vocês do que se trata o bacalhau da Noruega, e ainda compartilhar uma receita afetiva, vamos?

O que faz o bacalhau da Noruega assim tão especial?

A Noruega está localizada no extremo norte da Europa, onde no clima frio e nas águas cristalinas geladas cria-se ambientes muitos favoráveis para o desenvolvimento dos peixes – que crescem de forma lenta, desenvolvendo sabor e textura únicos. O cardume de bacalhau norueguês é migratório e viaja distâncias gigantes, das águas geladas do mar de Barents até a costa da Noruega – esse é um dos motivos que confere sua textura única (e aquela capacidade das lascas se soltarem após o cozimento). O tipo de alimentação dos peixes desse mar também influencia na textura que ele oferece.

O que torna o peixe um bacalhau é o processo de secagem (há diferentes espécies de peixes que são transformadas em “bacalhau” através do processo de secagem). A Noruega tem uma tradição muito antiga na secagem de peixes, o sol suave e o vento gelado fazem com que suas rochas planas sejam ambiente perfeito para secar os peixes. A palavra norueguesa “klippfisk” significa “peixe na rocha”, foi ela que deu origem a palavra “clipfish”, em inglês, que se refere ao bacalhau salgado. O processo de secar o peixe nas rochas é uma prática muito antiga, hoje fazem isso em ambientes fechados, mas ainda há quem seque no método ancestral.

O bacalhau é um patrimônio muito importante para os noruegueses. A qualidade sem igual do bacalhau que produzem conquistou o mundo. Eles possuem órgãos governamentais que cuidam da qualidade contínua dessa tradição secular. Deu pra entender poque o bacalhau da Noruega é tão valioso?

Tipos de bacalhau:

O mais nobre e tradicional: “O autêntico bacalhau da Noruega” (espécie: Gadus morhua): Salgado e seco. Pescado no Atlântico norte, apresenta postar altas, largas e de coloração palha e uniforme quando salgado e seco. Depois de cozido, sua carne se desfaz em camadas claras e tenras.

Bacalhau ou Bacalhau-do-Pacífico (espécie: Gadus macrocephalus): Salgado e seco. Possui coloração levemente mais branca e sua carne não desmancha em lascas, mas pode ser facilmente desfiada.

Saithe (espécie: Pollachius virens): Salgado e seco. De sabor mais forte e coloração menos clara. Quando cozido, sua carne macia desfia com facilidade. É o tipo perfeito para preparar bolinhos, saladas ou ensopados.

Ling (espécie: Molva molva): Salgado e seco. O mais estreito de todos os tipos de bacalhau. Carne mais branca também fácil de desfiar.

Zarbo (espécie: Brosme brosme): Salgado e seco. É o menor peixe entre os 5 tipos de bacalhau. É mais roliço que o Ling. Também ótimo para preparos onde o bacalhau vai desfiado.

Na Noruega, o Saithe, Ling e Zarbo são submetidas ao mesmo processo do Gadus morhua – salgados e secos com o mesmo rigor de qualidade. São espécies diferentes (porém da mesma família), mas submetidas aos mesmos processos para produção do bacalhau.

Como dessalgar o bacalhau?

Ao ser dessalgado, o bacalhau ganha aproximadamente 30% de volume. O melhor jeito de dessalgar é: Lave o bacalhau em água corrente. Mergulhe então ele em bastante água fria (2 partes de água para 1 parte de bacalhau), com pedras de gelo, e deixe na geladeira durante todo o processo de dessalgar. Tempo de dessalgue: 24 horas para cada cm de altura da parte mais grossa da posta. Troque a água pelo menos 2 vezes a cada 24 horas.

Como conservar o bacalhau em casa?

Quando salgado e seco, manter sempre em potes fechados e na geladeira (nunca em temperatura ambiente). Se dessalgado, você pode manter no congelador por até 8 meses (pincela azeite para conservar). Nunca congele o bacalhau ainda salgado.

Agora que sabemos muito sobre bacalhau, quero compartilhar com vocês a receita de mainha – a que minha mãe faz em toda época de páscoa, receita simples e linda, cheia de memórias afetivas pra mim.

Bacalhau ao forno com leite de coco:

Ingredientes:

  • Aproximadamente 1kg de bacalhau já dessalgado
  • 2 tomates bem maduros picados
  • Salsinha e coentro picados à gosto
  • 4 dentes de alho esmagados
  • 1 pimentão verde (ou vermelho) médio cortado em rodelas ao meio
  • 1 cebola cortada em rodelas ao meio
  • Cerca de 10 azeitonas sem caroço picadas
  • Cerca de 5 à 8 batatas médias cortadas em rodelas e cozidas (a quantidade delas é mais à gosto).
  • Azeite de oliva extra virgem à gosto
  • 1 colher de sopa de azeite de dendê
  • Sal e pimenta-do-reino preta à gosto
  • 250 ml de leite de coco

Modo de preparo:

Coloque o bacalhau já dessalgado em uma panela, cubra com água e leve ao fogo médio. Instantes antes de levantar fervura, desligue o fogo e escorra a água. Reserve o bacalhau.

Em uma panela, coloque azeite e acrescente a cebola, um pouco de sal e pimenta. Refogue por 1 minuto e acrescente o alho, frite ele por uns segundos. Então acrescente o tomate, o pimentão, o azeite de denê, a salsinha e o coentro. Refogue tudo, por uns 4 minutos. Cheque o sal. Reserve.

Em um travessa grande que possa ir ao forno, coloque fios de azeite, então acomode o bacalhau, espalhando por toda travessa. Espalhe as batatas cozidas sobre o bacalhau, e em seguida coloque as azeitonas e então os legumes refogados. Coloque por último o leite de coco, espalhando ele por toda travessa. Finalize com uns fios de azeite por cima. Leve para assar em forno pré-aquecido à 200 graus por cerca de 40 minutos (até o bacalhau estar completamente cozido, desmanchando em lascas).

 

Presente carnavalesco – 2 receitas charmosas que te ajudam com a ressaca: Cuca alemã de banana e mousse francesa de chocolate!

 

É fevereiro, tem carnaval, mas também tem ressaca, e eu estou aqui para te ajudar a sambar na cara dela. Sabia que existem alimentos que ajudam à combatê-la e devolvem sua alegria carnavalesca? Pois eu decidi dar pra vocês um presente de carnaval: 2 receitas desblonde que ajudam a combater a ressaca com muita elegância: Cuca alemã de banana e mousse francesa de chocolate, em uma edição especial com um toque de azeite de oliva extravirgem – o excesso de bebedeira diminui o potássio do organismo e a banana, gentilmente, ajuda na reposição. O chocolate (assim como doces no geral) ajuda a quebrar aqueles sintomas chatos equilibrando a quantidade de açúcar no sangue. O azeite ressalta lindamente essas duas receitas – e aliás, você sabia que tomar uma colher de azeite antes de beber diminui o ritmo de absorção do álcool? Pois é. Claro que você tem que se hidratar e tomar outros cuidados, as receitinhas são só um jeito carinhoso de repor no seu organismo algumas coisinhas que ele perdeu na folia. Enfim, nesse carnaval, adocica sua vida, meu amor, adocica…

Para ver a receita da Cuca alemã de banana, clique aqui – e para fazer do modo especial que mencionei acima, com um toque de azeite, você só precisa acrescentar 4 colheres de sopa de azeite de oliva extravirgem no mesmo momento que acrescenta a manteiga, e antes de assar, colocar alguns fios de azeite por cima.

Para ver a receita da mousse de chocolate francesa, clique aqui – e para fazer do modo especial que mencionei acima, com um toque de azeite, é só acrescentar 3 colheres de sopa de azeite de oliva extravirgem no chocolate com a manteiga, logo após finalizar o derretimento dele, antes de acrescentar as gemas.

Como fazer caldo de peixe com cabeça e rabo (para usar em risottos e outros cozimentos). 

É realmente muito lindo usar tudo do animal. Às vezes acho que é o mínimo que podemos fazer para dar à eles o destino mais digno possível. Em uma panela coloque ervas e alguns legumes que você goste (eu gosto aqui de erva-doce, alho-poró e cebola branca), coloque um pouco de sal e acomode com respeito e carinho a cabeça e o rabo de um peixe fresco. Coloque água, leve ao fogo e quando ferver cozinhe por 25 minutos em fogo baixo. Depois é só coar para ter um caldo maravilhoso de sabor lindo – bom para tantas receitas, como risotto, cozimento de peixes e outras carnes, sopas, enfim. Sempre antes de jogar algo fora se pergunte se aquilo não pode virar algo bom, sua vida muda quando você olha para as coisas assim. As coisas podem ser boas da cabeça até o rabo, eu realmente acho. Paola Carosella também acha e acho que ela tem me inspirado a achar ainda mais. Enfim. Leiam “Todas as sextas”.

Alimentos que ajudam a combater a ressaca

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Muito comum em um domingo de manhã, ou num pós-carnaval, sair na sua cozinha caçando coisas para comer/beber que ajudem a aliviar aquele mal-estar por conta dos exageros com álcool do final de semana e folia. Há alimentos que podem ser grandes amigos nessa hora e ajudar a aliviar a popular “ressaca”. Comer é ato que transforma nossa composição, é a maneira de dar as ferramentas que nosso corpo precisa em determinadas situações e trazer harmonia ao organismo. Pensar no que você come é sempre inteligente e pode te trazer várias saídas.

Além de beber muita água (essa é necessária e melhor remédio para ressaca, independente de qualquer outro meio) e de tomar um chá de boldo (ele tira a sensação de enjoo que algumas pessoas sentem após o excesso de álcool), existem alguns alimentos que podem contribuir para o processo de recuperação do organismo.

O site “El Pais” publicou uma lista de alimentos que ajudam a combater a ressaca, confira!

  • Leite: Rico em cálcio, alivia a gastrite provocada pelo álcool e contém vitamina B5 (muito benéfica nesse caso). O iogurte natural faz o mesmo efeito que o leite no tratamento da ressaca.
  • Sanduíche de bacon: Isso mesmo! Tanto o carboidrato do pão quanto a contribuição do bacon para as proteínas ajuda a cuidar do organismo com ressaca, promovendo alívios e maiores sentimentos de bem-estar.
  • Banana: O consumo de álcool diminui a quantidade de potássio no sangue, e esse alimento pode ajudar muito a equilibrar essa situação e aliviar sintomas chatos.
  • Ovos: Inclua isso no seu café da manhã pós-ressaca! Rico em várias vitaminas, principalmente a B6, ajuda na recuperação do organismo.
  • Suco de laranja: No geral, todo liquido é bem-vindo para tratar a ressaca! Especialmente a laranja, pelo seu alto nível de vitamina C, ajuda o fígado a metabolizar o álcool.

Veja mais alimentos acessando a matéria completa clicando aqui.

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Sobre figos – O que são, de onde vem e porque alguns vegetarianos não o comem. 

Ficus carica. Figo. A flor invertida da figueira – As figueiras florescem diferentes, suas flores se abrem dentro de uma vagem em formato de pera, que mais tarde, amadurece e vira o fruto emocionante que comemos. O figo é, então, uma flor introspectiva, misteriosamente guardada, que nasce pra dentro e não se revela. O nascer do figo é uma poesia.Originário de onde hoje é a Turquia, foi na antiguidade levado para Grécia, depois Itália, Espanha e Portugal – chegando até nós através da colonização. É consumido há muito tempo pelo homem, possivelmente desde a Idade da Pedra. Já foi fruto simbólico dos celebrações ao deus Dionísio na Grécia Antiga, veja vocês. Além de tudo isso, você sabia que o figo é o berço da reprodução de vespas que constroem com o figo uma relação de mutualismo? Alguns vegetarianos nem o comem por isso. Essa florzinha turca constrói ciclos importantes e é muito polêmica.

O figo é um pouco vespa-do-figo.

Como eu disse, os figos são flores diferentes, que abrem para dentro, então precisam ser polinizadas de uma maneira especial (pois o vento e as abelhas não podem transportar seu pólen, como em flores comuns). É a vespa que faz esse processo no figo.

Existe o figo masculino e o feminino – o que comemos é o feminino. As vespas fêmeas penetram o figo masculino (que tem um formato especial para acomodá-las) para depositar seus ovos. Quando ela penetra numa pequena passagem as asas e antenas delas quebram e caem, desse modo, depois que entra ela jamais sairá.

A partir daí, as vespinhas dos ovos que levarão o ciclo da vida adiante. As vespas machos nascem sem asas, pois sua única função é acasalar com as fêmeas (suas irmãs) – as que sairão depois dos figos (elas sim tem asas) levando o pólen com elas.

Quando uma vespa-do-figo penetra por acidente um figo feminino (aqueles que comenos) ao invés do masculino, não há espaço para ela se reproduzir – ou seja: ela penetra ele a toa, perde as asas e não pode mais sair de lá. Então ela morre lá dentro sem completar seu ciclo e transporte do pólen que nos proporciona o figo.

Quando esse acidente acontece o figo usa uma enzima chamada ficina para decompor a vespa em proteínas. Desse modo não mastigamos esqueletos de vespas, porém às vezes a enzima não decompõe o exoesqueleto inteiro.

Considerando isso, ao comer um figo podemos estar comendo também uma vespa-do-figo, que foi transformada pelo próprio figo e agora é parte dele. Mas elas são tão minúsculas que uma parte muito pequena do figo seria restos do que um dia foi vespa. Por esse motivo alguns vegetarianos não comem figos.

O mais bonito é o figo ter uma relação de coexistência com as vespas-do-figo, pois ele não pode sobreviver se a vespa não disseminar seu material genético, e ela sem ele não tem onde acomodar suas larvas – isso é o mutualismo. A natureza é genial, generosa e perfeita. Conhecer a engenhosidade de um ingrediente nos faz respeitá-lo melhor e honrá-lo no preparo e consumo.

Benefícios para a saúde:

Não bastasse essa história linda, o figo é um ótimo antioxidante, ajuda a controlar pressão arterial, age na prevenção ao câncer de mama, ajuda no fluxo intestinal e também na perda de peso.

Algumas informações desse post tiveram como fonte a matéria original publicada no Huff Post Brasil

Stroopwafel – O que é, como comer e qual um bom?

Stroopwafel – 2 folhas de um waffle fininho e denso recheadas com um tipo de caramelo. Essa gracinha é holandesa, criada numa padaria na cidade de Gouda, era feita com sobras de biscoitos mais caros e requintados. De 1810, quando nasceu, pra cá, ganhou o mundo, e meu coração. Uma das coisas mais românticas da vida é fazer um chá bem quente (se for earl grey fica perfeito, mas pode ser o que você quiser), colocar em uma xícara e em seguida por um stroopwafel como tampa. Espere 2 minutos – o vapor do chá amolece o caramelo do meio, e de repente o mundo vira um lugar mágico de um feliz intenso. Morde isso e entenda o que to dizendo. Eu AMO o Stroopwafel da marca Moinho Wafers, são dignos dessa cena toda. Até eu aprender fazer em casa eles são minha salvação.

Conhecendo o ingrediente: Batata-doce.

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Jatica (que em tupi-guarani significa “fruto enterrado”). Batata-doce. Ipome batatas. Um mundo de possibilidades se desenha diante dos meus sentidos quando olho uma batata-doce. Originária da América Latina, a batata-doce é muito presente nos laços culturais do nosso país. Tenho muitas memórias com batata-doce – Minha família gosta de boas e longas conversas. Muitas vezes essas conversas aconteceram em mesas cheias, de gente, de alegria e de batata-doce cozida, com casca, servidas com uma boa manteiga de garrafa do lado e café fresco. Eu sinto o cheiro dessa cena ao escrever isso. Além de ser boa para conversas longas com pessoas ótimas, a batata-doce é boa para os músculos, é antioxidante e até anti-inflamatória, veja vocês.

Ela também é conhecida como batata-da-ilha ou batata-da-terra. Seu sabor doce incrível incrementa muito bem uma série de pratos. Um tubérculo para amar muito. Batata-doce é boa pura – cozinhá-la e depois passar uma manteiga boa, e só. Também fica muito boa com carne de porco, com misturas de legumes assados, para fazer massas (como nhoque), assada com costela bovina, etc.

Além de muito saborosa, ela traz uma série de benefícios à saúde: Tem propriedades anti-inflamatórias, graças a vitamina C, vitamina B6, beta-carotena e manganês, ajudando na cura de inflamações internas e externas. Há elementos na batata-doce que ajudam a equilibrar o açúcar no sangue e também a combater o colesterol, ela também é ótima para o coração do diabético. A batata doce é muito consumida por atletas, por auxiliar o desenvolvimento muscular.

E você sabia que as folhas da batata-doce também podem ser consumidas? Pois é, elas tem sabor, alto valor nutritivo e podem ser preparadas como couve, por exemplo – ela precisa ser cozida um pouco. Lembrando que aquilo que normalmente descartamos pode, muitas vezes, oferecer muita coisa boa também. Aproveitem tudo de saúde, sabor e história que a batata-doce tem a oferecer. Confira algumas receitas abaixo e faça isso já! Depois de conhecer melhor um ingrediente, cozinhá-lo é diferente.

Clique aqui e veja uma sardinha de panela de pressão que ensino a fazer para comer junto com batata-doce. 

Clique aqui e veja uma carne de porco que ensino fazer para comer junto com batata-doce. 

Clique aqui e veja receita de chips de batata-doce.

Clique aqui e veja como fazer batata-doce assada com cenouras.

Cozinhando as 94 receitas do livro “Todas as sextas”,de Paola Carosella. A gratidão de “todas as sextas”. Tem um porque.

O dia que agradeci Paola, segurando a mão dela e sentindo que toda essa energia honesta, que vem quando a gente agradece, estava sendo de fato sendo enviada à ela.  Foi no lançamento do livro “Todas as sextas” em São Paulo. Uma das coisas mais lindas da vida é poder dizer à alguém o quanto somos gratos por algo. A vida é muito generosa quando nos da a chance de fazer isso. Essa foto representa muito pra mim.

Eu decidi cozinhar todas as 94 receitas do livro “Todas as sextas”, da cozinheira Paola Carosella. As 94 receitas em até 1 ano, uma a uma até ter feito todas. E tem um porque. Um porque que faz isso ter todo sentido, por isso eu preciso dizer, com alguns detalhes. Há 2 anos conheci o trabalho de Paola através do Masterchef. A principio ela era pra mim uma chef elegante, fina, engraçada, famosa e incrivelmente talentosa, e só. Até então eu não sabia muito sobre ela. Depois de alguns meses vendo o programa passei a sentir algum tipo de entusiasmo ao ver Paola falar de alimentos, de técnicas, de pratos e da natureza. Daí fiquei curioso em saber mais dela (e eu queria mais desse entusiasmo também), então pesquisei mais sobre o trabalho e vida de Paola. Não precisei mais do que uns 3 resultados do Google para entender de onde vinha o entusiasmo que o discurso dela criava em mim. Paola falava de muitas coisas quando falava de alimentação. Falava de respeito ao ingrediente, respeito a enorme generosidade da natureza que devíamos levar em conta e ser generosos em troca. Falava de relações genuínas através da cozinha, de terra, do crescimento emocional através do trabalho duro, dos duros imperativos sociais que seguimos e mantemos quando escolhemos o que comer e como questionar esses imperativos repensando nossas escolhas – como ela diz: “comer é um ato social, cozinhar é revolucionário”. O discurso de Paola fez um laço com tudo que me levou a criar o blog, com toda minha necessidade de falar de gastronomia com um olhar afetivo, psicológico, social e poético. Então eu fiquei muito feliz em acompanhar o trabalho dela mais de perto – nessa época a vida andava um pouco triste, faltavam cores. Então surgiu um entusiasmo crescente. Cozinhar e escrever foi uma saída muito importante para eu manter uma posição criativa diante da vida, das suas faltas e excessos.

Um dia descobri que Paola trabalhou com o Francis Malmann. Pra mim foi emocionante pensar no laço dessas duas histórias, porque recentemente eu tinha visto um documentário sobre a vida e obra de Francis e fiquei fascinado com a liberdade que ele inspirava. A proximidade do homem com a natureza que ele é parte, o retorno as nossas origens e histórias para poder fazer um trabalho autêntico na vida, que exale nossa alma – as ideias de Francis me inspiraram muito. Assim como Paola me inspirou. Eram muitas inspirações que me questionavam, me incomodavam e me colocavam em movimento. É bom quando somos instigados a nos movimentar, a pensar em abandonos e inaugurações, normalmente é o começo da nossa originalidade. O mais legal de admirar pessoas é em algum momento notar o que essas pessoas que admiramos podem nos revelar de nós a nós mesmos – se conduzirmos de uma forma boa, admirar alguém é algo que revela algo muito importante sobre nós,  algo que muitas vezes não reconhecemos como nosso, mas que é. O outro ajuda a gente a notar.

Um outro dia, aliás, há 9 dias, ganhei de presente o livro recém lançado da Paola. Eu li o capítulo da biografia dela em 3 horas em um domingo que foi há 5 dias. Eu me emocionei muito – Por muitas coisas que não consigo dizer bem. Coisas da minha história foram movimentadas com essa leitura. Às vezes passamos anos em terapia pensando em algumas coisas. Às vezes em 3 horas lendo um livro é como se pensássemos em tudo de uma vez, como uma explosão de sentido. Muita coisa da minha história começou a fazer algum sentido diferente depois que li os relatos autobiográficos de Paola, pensei muito, principalmente sobre minhas possibilidades ao longo da vida de conseguir notar valor em mim e de buscar um olhar de amor.

Quando as pessoas resolvem compartilhar com generosidade suas histórias e experiências, podemos aprender algumas coisas valiosas.  O livro “Todas as sextas” me ajudou a ver a fragilidade e humanidade de Paola, o que consequentemente me ajudou a ver o brilho dela de maneira mais intensa e real. O que é de verdade, o que tem defeitos, o que tem medo, o que tem fracasso e o que tem imperfeição é muito mais real. Quando temos ídolos quase que o separamos de aspectos humanos e frágeis, vemos aquele brilho lindo e nos atentamos a isso. Quando um ídolo conta sua história de verdade ele nos faz desconstruir uma idealização e nos da de presente o seu real. Isso é de alguma forma lindo porque nos convida a pensar no quanto às vezes nos achamos menos do que somos. Se vemos a fragilidade nas pessoas que admiramos perdoamos nossas próprias fragilidades e nos reconectamos com a condição mais humana de todas: A imperfeição. E isso é libertador. A verdade é que histórias lindas são construídas por pessoas reais, com vidas tão cheias de “rachaduras” (expressão que Paola usa no livro) como as nossas. Enxergar isso nos encoraja a chegar mais perto do nosso próprio brilho, um brilho real que existe no meio de toda imperfeição que somos. E além disso, nos faz admirar esse ídolo de uma forma nova e mais linda ainda, porque agora ele é mais real. O real é lindo. Quando Paola contou através do livro uma história humana e imperfeita ela me convidou a revisitar o conceito de sucesso, e do que esse conceito é feito quando é de verdade e não um slogan vazio e aniquilador.

E há 2 dias eu encontrei Paola pessoalmente, na noite de autógrafos de seu livro em São Paulo, abracei ela e toda essa história que contei acima. Podem imaginar como foi, então, né? Eu tremi porque era muito importante estar ali e agradecer, por tudo isso que a obra dela me ajudou a conectar, reconectar e significar. O mais incrível foi encontrar pessoalmente exatamente a Paola que li sobre – simples, divertida, elegante (no sentido mais legal da palavra) e generosa. Muito humana, nada de deusa da televisão intocável. Às vezes uma pessoa na mídia mostra uma imagem lustrada e muito irreal. Paola não, Paola era ela ali como me parecia ser em todo canto que vi ela, quem eu esperava abraçar eu abracei. Através do seu trabalho, manifestações públicas e redes sociais ela sempre mostrou seu real, de algum modo quando encontramos ela pessoalmente legitimamos isso. Paola foi generosa com as aproximadamente 400 pessoas que foram lá abraçá-la. Esteve de pé, recebendo todos com sorriso, abraço e alegria. Ela também parecia querer agradecer. Foi lindo sentir que ela prestava real atenção e conferia muito valor e respeito a tudo que ouvia – eu fiquei abestadamente emocionado quando vi que a dedicatória que ela fez ao autografar meu livro era em sintonia com o que eu tinha dito pra ela naqueles poucos minutos que tivemos juntos (eu falei de gratidão, eu só queria agradecer). Ela ouviu de verdade o que dissemos. Mesmo com tanta gente, com tanta coisa, com tanto encontro, ela deu o maior espaço possível para cada um que foi lá. Isso é muita generosidade. Era a Paola que eu li sobre, mesmo.

E foi por gratidão que eu fui vê-la. Era tão importante pra mim dizer obrigado. Eu não tinha como, não tinha tempo, de contar essa história toda pra ela, mas eu tinha tempo de dizer obrigado, e isso já era maravilhoso. Eu pude dizer o quanto sou grato a ela por tanta coisa que o trabalho e história dela despertou em mim. A vida é muito generosa quando nos permite agradecer. A gratidão é a melhor via para o amor fluir.

E agora, porque decidi cozinhar as 94 receitas do livro “Todas as sextas”? Principalmente por gratidão, que é o nome da história que contei agora. O livro é constituído a partir da história de uma das pessoas que mais me inspirou a olhar com vida e criatividade para minha história atualmente, então faz todo sentido que eu cozinhe o que ela ensina. Outro elemento é que eu preciso cozinhar mais, eu quero aprender mais e aprender essa gastronomia, sensível a natureza, ao mundo, aos afetos, aos laços sociais e ao amor – Paola ensina a culinária que ressoa em mim, a cheia de respeito, generosidade, humanidade e história, e é essa que eu quero aprender mais. Costuma ser muito bom aprender algo que é ensinado com autenticidade e generosidade. Farei as 94 receitas dentro do período de 1 ano, e toda sexta postarei a foto do resultado do que cozinhei na semana corrente. A receita não será compartilhada, claro, apenas a foto do resultado junto com minha experiência emocional ao fazer cada prato – o que será uma forma de ampliar a gratidão que sinto e também perceber os laços emocionais que cada preparo evocará em mim, as marcas que ficarão (notar as marcas que as coisas deixam é muito importante). Cada receita terá um sentido. Através da generosidade de Paola, que compartilhou tanto no livro, buscarei aprender, experimentar, para me conectar com os laços e discurso que ela lança, e ao mesmo tempo me conectar comigo mesmo, com meu discurso interno, movimentando a mim mesmo.

Existe sim uma semelhança nesse projeto com o que Julie Powell fez com o livro de receitas de Julia Child – Vemos essa história no livro e filme Julie & Julia, que conta como Julie decidiu cozinhar as 524 receitas do livro de Julia em 365 dias. Essa história também me inspira, porque assim como Julie eu também fui salvo de uma vida um pouco triste e sem cor quando decidi que precisava cozinhar e escrever (quando o blog nasceu, aliás). E Julia Child também me inspira muito, muito mesmo, assim como Paola, assim como Francis, assim como Raíza Costa. Mas no caso, Paola será minha Julia e “Todas as sextas” será meu “Mastering the Art of French Cooking”.

São esses todos os motivos que sei (devem ter outros que ainda não sei) do porque cozinharei as 94 receitas do livro “Todas as sextas”. São motivos muito importantes para mim. Sexta que vem, 18/11/2016, começa. Terá uma categoria exclusiva no blog chamada “Gratidão de todas as sextas” para essas postagens, e elas estarão também no meu Instagram e Facebook. Uma postagem toda sexta. A sexta-feira é meu dia preferido. Será agora um dia de gratidão.