A tarde quente, a Quiche Lorraine, e a poesia que as mãos fazem.

Terça-feira quente – eu chego em casa no fim da tarde depois de um dia de trabalho. Na minha casa tem duas portas de entrada, eu entro pela cozinha – eu gosto de chegar pela cozinha, de respirar pela cozinha e lembrar que é final de tarde, mas que o melhor do dia está só começando. Eu gosto, depois de trabalhar o dia todo, de chegar em casa pela cozinha, de tomar banho, ir lavar a louça de ontem, de cuidar da cozinha, deixá-la limpa para usar como uma tela em branco. A Quiche Lorraine foi a obra de hoje. Ela saiu bem quente do forno, mas hoje eu não à queria tão quente, eu queria morna, menos quente que a tarde. Ela saiu do forno e foi descansar um pouco, e eu fiquei no corredor olhando a cozinha de longe, exausto e tão feliz. Depois a comi morna, maravilhosa, com chá gelado, na tarde que já era noite, ainda quente. Um dia bom. A receita de Quiche Lorraine você encontra clicando aqui. A poesia da vida você encontra no que suas mãos são capazes de fazer.

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